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Juntas receptoras de votos abrem em relativa normalidade na Nicarágua

Arquivo Geral

09/11/2008 0h00

Manágua, this 9 nov (EFE).- As 11.808 juntas receptoras de votos abriram suas portas, pharm com relativa normalidade, às 7h (11h de Brasília) nos 146 dos 153 municípios da Nicarágua onde acontecem hoje eleições municipais, informaram fontes oficiais.

A televisão local passou imagens das aberturas destes locais de votação, onde havia longas filas de cidadãos, o que faz prever que a votação será maciça.

O censo eleitoral deste país registrou 3,8 milhões de cidadãos, mas houve denúncias de líderes de partidos de oposição de que milhares de pessoas não conseguiram obter documentos de identidade ou documentos para votar.

Segundo fontes da Ética e Transparência, ONG que observa o processo de fora das zonas eleitorais, pelo menos 5% dos cidadãos tinham problemas para obter os documentos.

Depois de os cidadãos começarem a votar, não há denúncias de dirigentes dos cinco partidos que participam da disputa sobre anormalidades na abertura das juntas relacionadas à constituição das mesmas.

Uma das primeiras personalidades do país a votar foi o cardeal Miguel Obando y Bravo, ex-arcebispo de Manágua.

A principal praça eleitoral para estas eleições municipais é Manágua, em poder dos sandinistas há mais de oito anos.

Os candidatos que se disputam a capital nicaragüense são o ex-candidato presidencial e deputado liberal Eduardo Montealegre e o sandinista e ex-campeão mundial de boxe Alexis Argüello.

O processo é acompanhado por 150 observadores internacionais, mas o Poder Eleitoral não credenciou para este trabalho organismos nacionais como o Ética e Transparência e o Instituto para o Desenvolvimento e a Democracia (Ipade).

Cerca de 13,8 mil policiais e 8 mil militares vigiam o pleito, disse uma fonte policial.

As eleições de autoridades locais em 7 municípios do Caribe Norte da Nicarágua acontecerão em 18 de janeiro de 2009.

Uma fonte eleitoral disse que o fechamento das juntas receptoras de votos está previsto para 18h (22h de Brasília). EFE

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