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Grã-Bretanha nega ter plano de anistia para imigrantes ilegais

Por Arquivo Geral 14/06/2006 12h00

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) formalizaram hoje (10) um convênio de cooperação para o desenvolvimento do Sistema de Processo Judicial (Projudi), order buy information pills programa que permite a tramitação e o acompanhamento eletrônico de ações, viagra 40mg já implantado em algumas instâncias de 25 estados, about it com resultados positivos. “O sistema reduz em 70% o tempo de tramitação de processos”, afirmou o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes.


Ao celebrar acordos de cooperação, o CNJ busca apoio para tentar cumprir a meta de implantar o Projudi em todos os tribunais do país até junho de 2009. O mecanismo torna os processos acessíveis na Internet às partes envolvidas. Com um nome de usuário e senha, advogados podem fazer petições e protocolar documentos. O juiz também pode despachar do sistema, sem fazer uso de papel.


“Não há nada que traga mais celeridade do que a busca da informatização, para transformar a justiça e torná-la mais ágil e conhecida de todos”, disse o presidente da OAB, Cézar Britto, ao assinar o termo de parceria.


O presidente do CNJ destacou que 136 varas no Brasil já fazem uso do Projudi com 74 mil processos totalmente virtuais. Mendes citou exemplos de avanços obtidos em alguns estados: “Em Varas do Mato Grosso, Paraná e Brasília, processos que eram julgados em 170 dias agora são decididos em 33 [dias]. Em juizados especiais da Bahia audiências estavam marcadas para 2012 e, após a implementação do sistema [Projudi], processos tramitam em 30 dias”.



Um acidente na BR-040 deixou um morto e 11 feridos ontem à noite. Por volta das 21h, approved Agenor de Moraes Menezes Neto, healing 23 anos, ambulance dirigia o Golf placa JED-7491/DF, no sentido Valparaíso–Plano Piloto, quando perdeu o controle do veículo próximo ao Catetinho. O carro cruzou o canteiro central e atingiu dois caminhões, a van de placa JGS-4558/DF e a moto JEP-8962/DF.

Agenor morreu na hora. O impacto foi tão forte que o motor do carro foi partido ao meio. A van, lotada de passageiros, tombou com a batida. Um helicóptero do Corpo de Bombeiros chegou a ser usado no resgate de uma das vítimas.

Os feridos foram levados ao Hospitais de Base e do Gama para fazer raio X e pelo menos um passageiro da van está com suspeita de traumatismo craniano. Uma vítima foi transferida para o Hospital Regional da Asa Norte para fazer cirurgia plástica. O motociclista feriu-se sem gravidade.

De acordo com o Detran, foram registrados 37 acidentes após o jogo do Brasil.

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A Grã-Bretanha negou hoje ter planos de conceder anistia para até 500 mil imigrantes ilegais presentes no país, sales apesar de, dosage pela primeira vez, sales especialistas acharem que a idéia é uma forma de resolver um problema aparentemente insolúvel.

Diante da realidade de centenas de milhares de imigrantes vivendo ilegalmente na Grã-Bretanha, muitos especialistas dizem que uma promessa do governo de tirá-los todos do país seria simplesmente impossível de ser cumprida.

Ao invés disso, eles defendem que o Ministério do Interior conceda aos trabalhadores ilegais o direito de continuar no país, permitindo-lhes contribuir para a economia e aliviando as pressões das autoridades encarregadas de encontrá-los e deportá-los.

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O ministro britânico da Imigração, Liam Byrne, sugeriu estar aberto à idéia da anistia ao ser questionado por uma comissão parlamentar ontem.

Mas hoje o governo, ciente da impopularidade de uma medida do tipo, descartou a hipótese. "Não há planos para uma anistia", afirmou um porta-voz do primeiro-ministro da Gr ã-Bretanha, Tony Blair.

"Liam Byrne agiu bem na qualidade de ministro que deseja garantir que dispõe de todos os fatos e análises, mas não há planos para uma anistia."

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Muitos britânicos culpam os imigrantes ilegais pelas taxas de criminalidade do país e seriam contrários a autorizar a permanência deles no país.

Mas parece estar aumentando o número de especialistas favoráveis à anistia, uma medida que permitiria aos imigrantes ilegais requisitar vistos de trabalho, mas que lhes barraria o acesso à cidadania britânica.

"Todos os indícios sugerem que uma anistia seria a política economicamente sensata a fim de lidar com os trabalhadores ilegais", disse Danny Sriskandarajah, diretor associado do Instituto para a Pesquisa sobre Políticas Públicas (IPPR).

"O governo precisa avaliar essa possibilidade e não deve evitar envolver-se em um debate público a respeito dela."

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O IPPR estima que a deportação de todos os trabalhadores irregulares da Grã-Bretanha custaria 4,7 bilhões de libras (US$ 8,65 bilhões). De outro lado, se esses imigrantes tiverem autorização para ficar, ele contribuiriam com 1 bilhão de libras em impostos para a economia.

Jack Dromey, vice-secretário-geral de um dos maiores sindicatos do país, o TGWU, disse que seria "impraticável e imoral" deportar todos os imigrantes ilegais da Grã-Bretanha.

"Chegou o momento de o governo ter coragem, chegou o momento de distinguir entre a deportação de alguns poucos que cometeram crimes graves e permitir que muitos trabalhadores migrantes sem documentos continuem no país", disse.

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Pessoas contrárias à anistia argumentam que a medida encorajaria a ida de mais imigrantes ilegais para a Grã-Bretanha.






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