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Governo da Itália desafia Vaticano sobre uniões civis

Por Arquivo Geral 21/05/2006 12h00

Potências européias não pediram aos Estados Unidos que concedesse garantias de segurança ao Irã como parte de um pacote que o Ocidente está preparando para oferecer à república islâmica para restringir seu programa nuclear, purchase information pills disse a secretária de Estado norte-americana, Condoleezza Rice, hoje.

Rice fez seu comentário numa entrevista à Fox News num momento em que, de acordo com alguns diplomatas, a Europa quer que os EUA concedam apoio a algum tipo de estrutura de segurança nas negociações sobre o tema nuclear com o Irã, apesar da insistência de Washington de que não fornecerá garantias.

"Não fomos procurados para oferecer garantias de segurança", disse Rice. Os EUA, que dizem estar trabalhando para encontrar uma solução diplomática em torno do impasse com o Irã, têm recusado descartar operações militares para parar o que eles consideram ser uma busca do Irã por armas nucleares.

O Irã afirma que seu programa é pacífico. Grã-Bretanha, Alemanha e França têm, por quatro anos, liderado negociações in frutíferas com o Irã, com o apoio dos EUA. Depois que os EUA fracassaram este mês na tentativa de obter uma resolução firme da ONU contra o Irã por seu programa nuclear, a Europa concordou em oferecer um novo pacote de incentivos e ameaças nas negociações.

Mesmo que os EUA não queiram oferecer garantia de segurança, a Europa deve encontar uma fórmula que permita alguma dar ao país islâmico alguma segurança, dizem analistas políticos.
De Moscou a Monróvia, information pills da Nova Zelândia a Nova York, information pills centenas de milhares de pessoas participam hoje de uma caminhada de apoio à luta mundial contra a fome, que silenciosamente mata uma criança a cada cinco segundos.

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No Vaticano, o Papa Bento XVI fez uma apelo por uma "ação concreta e rápida" para acabar com a fome no mundo. Em mais de cem países em 24 fusos horários, manifestantes participaram de caminhadas na iniciativa organizada pelo Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU).

No Oeste da África, uma das regiões do mundo mais atingidas pela fome, dezenas de milhares de estudantes usando camisetas com os dizeres "Combata a fome – Caminhe pelo Mundo" participaram de manifestações em diversas capitais. "A cada cinco segundos há uma criança morrendo de fome no mundo, que tem os recursos para impedir isso", disse Omar Bula Escobar, representante do programa da ONU no Senegal, enquanto a marcha saía da Praça da Independência, na capital Dacar. "Temos que colocar gente nas ruas para gritar que isso é inaceitável, que a fome precisa acabar", afirmou Escobar.

Também foram realizadas caminhadas no Quênia, em Uganda, em Gana e em outros países do continente mais pobre do mundo. O movimento reuniu milhares de pessoas em Auckland, Bangcoc, Moscou e em outras capitais, e deverá chegar também a cidades das Américas. Na Libéria, a presidente Ellen Johnson-Sirleaf, primeira chefe de Estado mulher eleita na África, liderou a marcha com milhares de pessoas, a maioria crianças, na capital Monróvia.

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"Estou muito feliz de participar desta marcha. Encontrar comida é muito difícil para nós na Libéria", disse o estudante Teddy Woods, de 18 anos. "Fome não é bom. Cada vez que penso em fome, penso imediatamente em paz, porque se houver paz, não haverá guerra nem fome", afirmou.

A Libéria, que já foi um país próspero, luta para recuperar-se de uma guerra civil brutal, que terminou em 2003. Agências humanitárias dizem que governos ricos não estão colocando dinheiro suficiente para combater a fome, que afeta milhões de pessoas no mundo e mata mais gente do que a AIDS, a tuberculose e a malária juntas.

A cada dia morrem de fome 24 mil pessoas, sendo 18 mil crianças, de acordo com o PMA. A ONU disse neste mês que recebeu menos de um quinto dos US$ 92 milhões que precisa para ajudar a salvar cerca de 300 mil crianças ameaçadas pela fome na região do Sahel, que envolve Níger, Mali, Burquina Faso e Mauritânia.

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A organização internacional de caridade Oxfam criticou neste mês os Estados Unidos, diversos países da Europa e o Japão por não fazerem o suficiente para ajudar no combate à crise humanitária na República Democrática do Congo, onde mais de mil pessoas morrem por dia em consequência da violência, da fome e de doenças.

Até mesmo no Senegal, que é mais desenvolvido e tem mais estabilidade do que a maioria dos países do oeste africano, a fome continua sendo uma realidade.
"Temos alguns prédios bonitos, mas isso é apenas uma fachada. Atrás deles, as pessoas passam fome e têm dificuldades para conseguir suprir o que precisam a cada dia", disse Mamadou Sellou Diallo, reitor de uma escola de Dacar que mandou os alunos para a manifestação.

Pela segunda vez consecutiva a Caixa adia o sorteio da Mega-Sena. O concurso número 765 que deveria ter sido sorteado ontem à noite deve ser feito hoje. Os concursos 1603 da Quina e o 621 da Lotomania também foram adiados para hoje. A Caixa justificou o adiamento devido o grande número de apostas.

Na última quinta-feira, hospital um apostador do Pará ganhou sozinho a Mega-Sena que estava acumulada e levou os R$ 40 milhões para casa. O prêmio da Mega-Sena que será sorteado hoje deve chegar a R$ 15 milhões.

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Hoje é Dia Internacional da Luta contra as Hepatites B e C. A data é celebrada no terceiro domingo de maio, sale e sempre neste dia, drugs a Ong Grupo C, information pills juntamente com a Secretaria de Saúde, realiza ações de conscientização e prevenção da doença.

Desta vez o evento foi no Parque da Cidade. Foram montados três estandes, onde colaboradores distribuíram panfletos, vacinaram gratuitamente a população contra a Hepatite B e alertaram os participantes sobre os riscos da doença. O Secretário de Saúde, José Geraldo Maciel, participou do evento ressaltando a importância da prevenção. "A hepatite é hoje responsável por 200 milhões de casos no mundo e seis milhões no Brasil. Temos que contribuir para diminuir esses dados".

No atendimento médico móvel, cedido pelo Sesi, os interessados fizeram exames gratuitos de sangue para diagnosticar a doença. De acordo com a infectologista da Secretaria de Saúde, Sônia Geraldes, devem fazer o exame pessoas que fizeram transfusão de sangue antes de 1994, compartilharam agulhas e seringas, são profissionais da saúde e do sexo e fizeram tatuagens ou percings.

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Mais informações sobre a doença podem ser obtidas com o Grupo C (3033-8243) e no site da Secretaria de Saúde: www.saude.df.gov.br

 

 

A Ceb anuncia que faltará luz amanhã em alguns pontos do DF amanhã (segunda-feira). Nos locais divulgados, visit this site a empresa realizará construção ou manutenção preventiva da rede.

– Condomínio Belvedere Green, ed Conjuntos 11 e 15, Lago Sul (das 8h às 12h)

– QNM 6, Conjuntos A ao D, Ceilândia (das 8h às 12h)

– Setor Leste, Quadras 29 e 30, Quadra 31 dos lotes 41 a 156 e os lotes ímpares, de 157 a 205, Gama (das 9h às 15h)

– Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Chácaras 1001 a 1021; Região Capão da Onça: Captação de Água do Capão da Onça, Caesb; Chácara 2ª, Rufino Joaquim de Araújo; Chácara 4, Prosperidade; Sítio Viana; Chácara Bela Vista, número 2, todas áreas de Brazlândia Rural (das 9h às 15h)

– Assentamento Betinho, BR-220, em Brazlândia Rural: Conjunto C, Chácaras 1 a 14, Conjunto D, Chácaras 17 e 18; Núcleo Rural Fazenda Cavas e Chácara Amélia Gomes (das 10h às 12h)

– QL 10, Conjunto 2, Lago Sul (das 13h às 17h)

Mais informações podem ser obtidas no site www.ceb.com.br ou pelo 0800-610196.

 

O novo governo de centro-esquerda de Romano Prodi deu hoje o primeiro passo na esperada batalha com o Vaticano sobre a concessão de direitos legais a casais heterossexuais não-casados.

A ministra da Família, order Rosy Bindi, viagra dosage disse que a Itália tem a responsabilidade de debater algum tipo de reconhecimento de uniões civis, mesmo diante das advertências da Igreja Católica Romana de que vai combater qualquer medida que abale a família tradicional.
Bindi disse que o novo parlamento também vai estudar o desmantelamento da dura lei italiana sobre a reprodução assistida. As tentativas de mudança da lei no ano passado fracassaram depois que bispos exortaram fiéis a boicotar um referendo sobre o tema.

"A Igreja pode dizer o que pensa. Mas os políticos não podem deixar de assumir a responsabilidade de fazer suas próprias escolhas", disse Bindi ao jornal Corriere della Sera. Na campanha para a eleição de abril a coalizão de Prodi prometeu algum tipo de reconhecimento para uniões civis e o tema deverá ser uma grande fonte de atrito entre a Igreja e o Estado.

Antes da eleição, o Vaticano advertiu Prodi que condena as uniões não oficializadas e os casamentos gays, o que levou alguns esquerdistas a acusar a Igreja de tentar determinar a agenda política da Itália.

O Papa Bento XVI reiterou ontem sua condenação, durante encontro com o embaixador espanhol no Vaticano. As ligações da Espanha, de tradição romana católica, com a Igreja entraram em atrito desde que o país legalizou uniões gays em 2005, em medida tomada pelo primeiro-ministro socialista, Jose Luis Rodriguez Zapatero, logo depois que assumiu o cargo.

O Papa, que condena o divórcio, o controle artificial dos nascimentos, as uniões livres e os casamentos gays, disse ao ministro espanhol Francisco Vazquez que os valores familiares não são negociáveis. Em esforço para evitar um confronto similar na Itália, de maioria romana católica, Bindi prometeu estudar a legalização de uniões civis usando sua fé católica. 

"Precisamos evitar uma luta ideológica", disse. Parlamentares de sua coalizão de oito partidos saudaram as declarações, mas elas foram condenadas por membros da oposição conservadora de Silvio Berlusconi, que durante a campanha afirmou ser a opção preferida do Vaticano. "Não há nada de católico no programa confuso e contraditório da nova ministra da família, Rosy Bindi", disse Lorenzo Cesa, secretário da União de Democratas Cristãos.






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