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Gordon Brown põe em jogo reivindicação para ser premiê do Reino Unido

Por Arquivo Geral 24/09/2006 12h00

A polícia dinamarquesa prendeu 263 pessoas no domingo depois de violentos confrontos ocorridos em um protesto contra o fechamento de um centro juvenil em Copenhague.

Os manifestantes atiraram garrafas e pedras contra várias dezenas de policiais e atearam fogo a bancos de praças e latas de lixo, patient more about informou um porta-voz da polícia. Um ou dois manifestantes ficaram feridos e nenhum policial se machucou.

Uma multidão de 500 a 600 jovens promoveram uma manifestação contra os planos do governo de despejar ativis tas esquerdistas e membros do movimento de sem teto da cidade de um prédio que estavam usando como base.

A polícia informou que não está claro quantas pessoas serão formalmente indiciadas depois dos protestos.

 

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O candidato à Presidência da República, patient Geraldo Alckmin, information pills não resistiu ao sol nordestino e foi obrigado a abandonar a carreata que fazia em João Pessoa, erectile na Paraíba. Alckmin teve queda de pressão e náusea e precisou repousar por várias horas.

Abatido, atrasou-se para os demais eventos do dia e acabou perdendo uma carreata do PSDB na cidade paraibana de Campina Grande.

Na reta final da campanha, Alckmin faz sua última visita ao Nordeste em um esforço para reduzir a vantagem eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e levar o pleito para o segundo turno.

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Na Paraíba, onde tem apenas 15% das intenções de voto ante 73% de Lula, de acordo com pesquisa do Ibope realizada entre os dias 12 e 14 de setembro, Alckmin esperava empolgar os eleitores aparecendo ao lado do popular Cássio Cunha Lima, candidato tucano à reeleição ao governo do estado, que decidiu dar uma ajuda ao colega tucano na última semana da campanha.

Embora do mesmo partido de Alckmin, Cunha Lima é amigo do presidente Lula e na campanha à reeleição tem exaltado as parcerias com o petista e omitido, com freqüência, o nome do candidato tucano.

Ontem, Cunha Lima realizou uma grande mobilização em todas as cidades paraibanas, apelidada de "ação 45". Bandeiras, adesivos e muros pintados tingiram João Pessoa de amarelo vivo, uma das cores do PSDB, mas ignoraram Geraldo Alckmin completamente.

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"É que chegou pouquíssimo material de campanha", justificou o governador, licenciado do cargo para se dedicar à eleição.

Alckmin chegou ao Nordeste no sábado à noite animado com as pesquisas Estadão/Ibope e Datafolha publicadas no mesmo dia e que registraram o aumento de alguns pontos nas intenções de voto a sua candidatura.

"Estamos a três pontos percentuais (do segundo turno)", disse Alckmin à imprensa ao desembarcar na capital paraibana. "Estou aqui no Nordeste. A gente sente que a eleição está dura, mas estou crescendo", comentou.

O senador Heráclito Fortes (PFL-PI), um dos coordenadores da campanha, disse que Alckmin começou a se sentir mal ainda no sábado, durante eventos de campanha no Rio de Janeiro. "Com uma agenda dessa, dormindo às 3h e comendo mal todo dia, não tem como não passar mal", comentou o senador.

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Alckmin seguiu no final da tarde, para Campina Grande, já sabendo que perderia a carreata organizada pelo PSDB. Na cidade, o candidato fez apenas um discurso rápido para um público animado de 300 pessoas que cercavam um trio elétrico.

"O Brasil vai dizer chega de roubalheira. Nós queremos um governo eficiente", disse Alckmin, arrancando aplausos do público.

Antes de subir no trio elétrico, o tucano vivenciou uma rara experiência de delírio popular com sua candidatura.

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Um grupo de cem eleitores exaltados cercou o carro onde ele estava, querendo abraça-lo e cumprimentá-lo, e quase impediu o candidato de sair do automóvel. De Campina Grande, Alckmin seguiu, atrasado, para outro comício na cidade de Carpina, em Pernambuco.

O conselho de administração da mineradora canadense Inco anunciou hoje que recomenda aos acionistas da empresa a oferta de compra da empresa pela brasileira Companhia Vale do Rio Doce, information pills abrindo caminho para a formação de uma gigante mundial da mineração.

Segundo comunicado divulgado pela Inco à imprensa, find a mineradora canadense de níquel apóia a oferta de compra feita pela Vale no valor de 86 dólares canadenses em dinheiro por ação.

"Estamos satisfeitos de que a oferta da Vale de 86 dólares canadenses por ação representa um valor atraente para nossos acionistas", disse o chairman e presidente-executivo da Inco, Scott Hand.

"A Vale é a terceira companhia que fez uma oferta pela Inco e essas empresas anunciaram um total de seis propostas desde o início de maio. Acreditamos que este processo gerou um resultado muito positivo para os acionistas da Inco e nós recomendamos a aceitação da oferta da Vale", acrescentou o executivo.

A decisão do conselho da Inco representa uma mudança de posição da direção da companhia, que no final de agosto tinha rejeitado a oferta da Vale e recomendado a seus acionistas a aceitação de proposta de aquisição amigável feita pela norte-americana Phelps Dodge, que em setembro abandonou a disputa.

A posição de rejeição vinha se mantendo, apesar da manifestação de apoio dos acionistas à oferta da Vale. "Temos grande respeito pela qualidade da equipe de administração deles (Vale) e pelo o que eles conseguiram realizar como companhia", disse Hand no comunicado.

A aceitação da proposta por parte do conselho da Inco acontece alguns dias antes da expiração da oferta da Vale, marcada para 28 de setembro.

Representantes da Vale, maior companhia de minério de ferro do mundo, não puderam ser imediatamente contatados para comentar o assunto.

Na época do anúncio da oferta da mineradora brasileira, 11 de agosto, a Vale informou que a transação levaria a empresa ao segundo lugar na indústria mundial de mineração em termos de valor de mercado, superando Anglo American e Rio Tinto e ficando atrás apenas da BHP Billiton. Atualmente a Vale está na quinta posição do ranking mundial.

O Alcoólicos Anônimos, viagra 60mg grupo mundial que ajuda viciados a parar de beber, this também pode contribuir para reduzir o número de assassinatos nas comunidades, informaram hoje pesquisadores canadenses.

Com o aumento do número de membros do grupo em Ontário, Canadá, entre 1968 e 1991, os assassinatos naquela província caíram, disse Robert Mann, da Universidade de Toronto, e Mark Asbridge, da Universidade Dalhousie.

Pesquisas mostram que existe uma relação significativa entre a bebida e homicídios na Europa, Estados Unidos e Canadá, diz o relatório escrito pelos dois e publicado na edição de outubro da revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research.

Eles descobriram que um aumento de um membro do AA por 100 mil pessoas foi seguido por uma queda de 0,3% a 0,5% na taxa de homicídios de Ontário. A relação só é verificada quando se refere aos homens. Não foi encontrada uma relação no caso das mulheres.

"Os homens bebem com mais freqüência, mais pesado e consomem mais cerveja e destilados que as mulheres", disse Asbridge em uma nota. "Além disso, a natureza da ligação entre consumo de álcool e violência é mais facilmente encontrada na experiência com homens, por exemplo, beber muito em um bar leva a agressão e violência."

No estudo, Mann e Asbridge usaram dados do censo canadense (Statistics Canada) para calcular o consumo total de álcool per capita e os assassinatos de pessoas acima de 15 anos entre 1968 e 1991.

O Alcoólicos Anônimos canadense forneceu dados estimados sobre o número de membros, baseados em levantamentos e listas de correspondência.

"O nosso estudo mostrou que o total das taxas de homicídios masculinos em Ontário tinham uma forte relação com os níveis médios de consumo de álcool", disse Mann em uma nota. "Essas observações confirmam pesquisas anteriores que mostram que o álcool é um dos principais fatores que contribuem para a violência, assim como para a mortalidade relacionada à violência."

Asbridge disse que o governo canadense deve procurar reduzir o consumo de bebidas e, presumivelmente, da violência, aumentando os impostos sobre o álcool.

"Atualmente, no Canadá, a cerveja é normalmente taxada a um nível mais baixo que o vinho e, portanto, é mais barata", disse. "Tornando a cerveja mais cara, podemos ter um impacto nos padrões de consumo e, por sua vez, nas conseqüências negativas associadas com o seu uso."

 

O ministro britânico das Finanças, diagnosis Gordon Brown, generic vai pôr em jogo a sua reivindicação para ser o próximo primeiro-ministro da Grã-Bretanha, afirmando que o Partido Trabalhista, do governo, deve se adaptar para enfrentar os desafios da próxima década.

O discurso que Brown fará amanhã na conferência anual do Partido Trabalhista é considerado decisivo para restabelecer suas credenciais para suceder ao primeiro-ministro Tony Blair, depois que uma revolta dos trabalhistas contra Blair gerou questionamento sobre a qualificação de Brown para o cargo.

Em seu discurso, Brown deixará claro que ele manterá o "Novo Trabalhismo" como um partido reformista e de centro, e impedir que ele retome as velhas políticas de esquerda.

"Os próximos 10 anos serão ainda mais exigentes. Pelo fato dos desafios serem bem diferentes, o programa de governo será diferente, e à medida que mudam as tarefas do governo, a forma como governamos deve mudar também, não apenas com novas diretrizes, mas com uma nova política também", dirá Brown, segundo trechos de seu discurso divulgados hoje à noite de domingo.

"O Novo Trabalhismo não vai recuar nunca, mas sim fortificar positivamente a nossa posição no centro, na atual tendência, como partido da reforma."

O projeto de Brown para os próximos 10 anos vai alimentar a especulação de que a sua ambição é governar tanto tempo quanto Blair, que está no poder há nove anos e disse que não se candidatará a um quarto mandato.

Blair, que faz o seu discurso de despedida na conferência na terça-feira, irritou muitos trabalhistas com o apoio à guerra no Iraque, liderada pelos EUA, com suas políticas para o Oriente Médio e com suas reformas dos serviços públicos, pró-mercado.

Afirma-se que Brown trabalha há dias no discurso que fará na conferência, um dos mais importantes da sua carreira.

Segundo comentaristas, ele deve mostrar que tem personalidade e visão para liderar os trabalhistas depois que lutas internas do partido neste mês abalaram a hipótese, que já foi considerada inabalável, de que o cargo era seu.

Blair foi forçado a admitir que deixaria o cargo dentro de um ano, depois que um grupo de parlamentares trabalhistas exigiu a sua renúncia.

Brown nega ter qualquer coisa a ver com o que a imprensa chama de "tentativa de golpe" contra Blair, mas o episódio levou o ex-ministro do Gabinete, Charles Clarke, a fazer um duro ataque contra Brown, chamando-o de "maníaco por controle".

Isso tornou mais provável a possibilidade de que surja um competidor peso-pesado para disputar a liderança do partido com Brown.

Se Brown se tornar o próximo líder trabalhista, ele pode ter que enfrentar uma disputa acirrada com os conservadores, de oposição, na próxima eleição, que deve se realizar 2009, segundo expectativas.

Os conservadores estão à frente nas pesquisas e um levantamento recente revelou que os britânicos consideram o novo líder conservador, David Cameron, com mais potencial como primeiro-ministro do que Brown.

Brown vai dizer que a renovação do Novo Trabalhismo deve ser construída sobre uma economia flexível e a Grã-Bretanha deve ser uma líder global em educação.

Blair, que participa da conferência como líder pela última vez, exortou o Partido Trabalhista a parar com as brigas sobre quem vai assumir o cargo de premiê e se concentrar nas políticas a serem adotadas. O comentário foi feito em entrevista concedida no domingo à BBC.

Apesar desses apelos, a agitação quanto à liderança aumentou, já que Blair se recusou a dar uma data para a sua saída ou a reiterar que endossa Brown como seu sucessor.

 






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