O Governo do Equador analisa encerrar de mútuo acordo os contratos com a companhia petrolífera italiana Agip e a francesa Perenco, drug que operam na Amazônia e das quais retirou a produção para atender ao corte ordenado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).
A declaração foi feita por uma fonte do Ministério de Energia e Minas equatoriano, que destacou que, com a Agip, há negociações para concluir o contrato “da melhor forma”.
Segundo a fonte, os investimentos com a empresa italiana não são rentáveis.
A Perenco também foi procurada para que seja colocado fim ao contrato de mútuo acordo, acrescentou a fonte.
A empresa, que negocia um novo convênio com o Governo equatoriano, não conseguiu chegar a um acordo com a sócia minoritária Burlington sobre as mudanças exigidas pelo Equador, acrescentou a fonte.
A Agip extrai 24 mil barris diários de petróleo equatoriano e a Perenco, sete mil barris. As duas somam a metade dos 67 mil barris que o Equador deve reduzir para cumprir o estabelecido pela Opep.