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Deslizamentos e enchentes deixam mais de 200 mortos na Indonésia

Por Arquivo Geral 22/06/2006 12h00

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), here treatment Demian Fiocca, medications voltou a dizer hoje que o banco poderá conceder empréstimo para que os compradores da Varig reestruturem a empresa, viagra order desde que receba garantias para o pagamento do financiamento.

"Estamos dispostos, agora como nós comunicamos, desde que eles apresentem condições viáveis de serem financiadas, ou seja, o BNDES empresta mais precisa preservar certos critérios técnicos para ter a segurança que o empréstimo vai ser repago, porque usamos o dinheiro do Fundo do Trabalhador (Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT) então temos que ser também responsáveis com os empréstimos", afirmou Fiocca.

De acordo com ele, o consórcio NV Participações, que representa a entidade Trabalhadores do Grupo Varig (TGV), não fez pedido de empréstimo para o pagamento da primeira parcela de US$ 75 milhões da compra ofertada pelo grupo no leilão da companhia no dia 8 de julho. A Justiça determinou que o pagamento seja efetuado até amanhã.

Segundo o presidente do BNDES, os representantes do consórcio estiveram no banco no início da semana e manifestaram interesse em financiamento para investimentos futuros na parte operacional da empresa. "Eles disseram que têm investidores que deveriam colocar dinheiro para a compra da Varig ou parte dela. A missão do BNDES seria em seguida financiar investimentos para a reforma de aviões, enfim, a parte de operação da empresa."

Demian Fiocca lembrou que o BNDES já apoiou uma primeira operação em que a Varig vendeu a empresa de carga (VarigLog) e permitiu a entrada de dinheiro na companhia, enfatizando que a disposição em contribuir para a solução da crise da Varig existe desde que as técnicas bancárias sejam respeitadas. O presidente do BNDES participou nos estúdios da Rádio Nacional do Rio de Janeiro de entrevista à Rede Nacional de Rádio, no ar das 8h às 9h.

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Equipes de resgate indonésias vasculhavam casas cheias de lama à procura de corpos hoje, viagra 40mg enquanto sobreviventes sofriam de diarréia e doenças de pele na ilha de Sulawesi. A região foi duramente atingida por enchentes e deslizamentos de terra no início da semana.

A operação de busca e resgate ocorre na Província de Sulawesi do Sul, depois de dois dias de chuvas pesadas. Autoridades afirmaram que algumas áreas estavam inacessíveis devido aos danos provocados em pontes e estradas.

Rahman Bando, chefe da seção de Sulawesi do Sul da Cruz Vermelha indonésia, afirmou que 180 pessoas morreram apenas em Sinjai e que 30 tinham morrido em outros locais da província. Outras 104 pessoas estão desaparecidas também em Sinjai, a área mais atingida do país.

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"Montamos cozinhas coletivas e nossos voluntários estão procurando vítimas. Várias áreas não puderam ser verificadas. Pontes e estradas estão interrompidas. Estamos caminhando sobre rios", contou Bando à Reuters, por telefone.

"O nível das águas está baixando. As equipes de resgate continuam a realizar buscas dentro de casas cheias de lama", disse Moersen Buana, da força-tarefa de desastre em Makassar, cidade a 1,4 mil km de Jacarta. "As condições sanitárias estão virando um problema. As pessoas não podem usar os banheiros porque os sistemas de esgoto foram totalmente destruídos", acrescentou. Casos de diarréia e de doenças de pele começaram a aparecer na área.

Segundo ambientalistas, o desmatamento desenfreado ajuda a agravar os deslizamentos de terra e as enchentes na Indonésia, já que a vegetação protege as encostas e retém água nas áreas planas. O chanceler da Indonésia, Malem Sambat Kaban, afirmou a repórteres que moradores devastaram os morros de Sinjai para realizar plantios ali.

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"O que aconteceu em Sinjai é um alerta para o resto da Indonésia no caso de uma chuva durar mais de três horas", ressaltou. Ele observou que o país já perdeu grandes áreas de mata para a agricultura e a indústria madeireira.

Sulawesi é uma região rica em recursos naturais, com várias áreas de extração de minerais. Mas essas regiões, conforme observou uma autoridade do Ministério das Minas e Energia, estão longe dos pontos afetados pelas chuvas.

"Os deslizamentos aconteceram no sul, onde não há operações de mineração. As operações de mineração ocorrem em áreas em que não tivemos esse problema", disse à Reuters M.S. Marpaung, diretor de recursos minerais junto ao Ministério das Minas e Energia do país.

O governo federal enviou cobertores, medicamentos e sarongues para as áreas atingidas e deu ordens para que as autoridades locais levem as pessoas para pontos mais seguros.

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