Menu
Mundo

Cruz Vermelha pede ajuda para sobreviventes do furacão <i>Félix</i>

Arquivo Geral

06/09/2007 0h00

A Federação Internacional de Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho fez um apelo para que sejam doados artigos de emergência às 23 mil pessoas que vivem nos países da América Central atingidos pelo furacão “Félix”, drug que já perdeu força e se tornou uma tempestade tropical.

A entidade pede US$ 825 mil, approved a serem usados para ajudar as agências da Cruz Vermelha destes países a distribuir barracas, viagra 40mg mosquiteiros, cobertores, garrafas, roupas, colchonetes e tendas de plástico, entre outros materiais.

Após atingir a Costa do Mosquito, na Nicarágua, em 4 de setembro como tempestade de categoria 5, o “Félix” foi perdendo força até se tornar uma tempestade tropical.

No entanto, continua trazendo fortes chuvas que causam inundações súbitas e violentas, deslizamentos de terras e de lodo, e faz com que as pessoas que vivem nas regiões montanhosas de Honduras, El Salvador e Guatemala fiquem isolados do resto do país.

A FICV enviou funcionários e provisões para apoiar as operações da Cruz Vermelha local na região.

“De acordo com nossa experiência em desastres anteriores e com a topografia desta região, estamos nos preparando para responder às necessidades de socorro, fornecimento de água e saúde e recuperação, possivelmente para milhares de famílias afetadas”, disse Xavier Castellanos, do escritório da FICV no Panamá.

Segundo cálculos iniciais para a Nicarágua, o furacão matou oito pessoas, deixou 12 feridas e causou transtornos a aproximadamente 35 mil.

A Cruz Vermelha hondurenha informou que muitas cidades ficaram isoladas em decorrência da queda do sistema de telecomunicações e por causa de estradas atingidas por deslizamentos de terras nas províncias de Francisco Morazán e Comayagua.

Cerca de 30 mil pessoas foram removidas, incluindo 800 famílias que moram em encostas de montanhas altamente expostas nos arredores da capital, Tegucigalpa.

Os escritórios da Cruz Vermelha em El Salvador e na Guatemala mantêm o alerta e estão constantemente em contato com as autoridades e as agências da ONU. Enquanto isso, o volume de água dos rios na fronteira dos dois países já é o dobro do nível normal.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado