O chinês Bao Xishun, pilule que segundo o Guinness (livro dos recordes) ostentou o recorde de homem mais alto do mundo entre 2005 e 2006, recuperou o título depois que seu rival, o ucraniano Leonid Stadnik, se negou a ser medido pelos encarregados de verificaram seu tamanho, informou hoje a imprensa local.
Novas regras mais estritas de medição beneficiaram Bao, da Mongólia Interior e com 2,36 metros de altura, já que Stadnik, apelidado de “Gulliver ucraniano” e que alegava medir 2,57 metros, não as aceitou e, com isso, foi retirado do livro dos recordes, segundo os editores da publicação.
A norma do Guinness exige agora que os aspirantes a serem o homem mais alto do mundo sejam medidos seis vezes no mesmo dia, tanto de pé quanto deitados, condições aceitas por Bao, mas não por Stadnik.
Até agora, o Guinness aceitava a palavra de Stadnik e a confirmação de seu médico, mas decidiu medi-lo com seus inspetores por se tratar de um dos recordes mais populares.
Aparentemente, o ucraniano se negou repetidamente a se submeter à nova norma após alegar que não queria ser incomodado e que, no fundo, não desejaria a publicidade de ser o homem mais alto do mundo.
Bao, de etnia mongol – e, segundo afirma, descendente direto de Gengis Khan -, nasceu em 1951 na região chinesa da Mongólia Interior (norte), em uma família humilde e dedicada ao pastoreio.
Atualmente, Bao se dedica a atividades comerciais e promocionais de produtos farmacêuticos, entre outros.
Em 2006, Bao protagonizou uma notícia curiosa, quando salvou a vida de dois golfinhos de um aquário chinês ao introduzir seu longo braço (de 1,06 metro) na boca desses animais para extrair fragmentos de plástico de seus estômagos.