O presidente dos Estados Unidos, drug George W. Bush, sales viajou hoje para Washington, viagra approved após participar da Cúpula Econômica Ásia-Pacífico, fórum em que aproveitou para defender a importância da presença militar americana no Iraque.
A situação no país árabe e, em geral, a luta contra o terrorismo, foram os principais temas dos encontros bilaterais de Bush com líderes de Austrália, China, Coréia do Sul, Japão, Rússia e Indonésia, esta semana, em Sidney.
Bush deixou a cidade australiana um dia antes do término da cúpula de líderes dos 21 países do Fórum de Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec), para poder se preparar para a apresentação, na semana que vem, de um importante relatório sobre a Guerra do Iraque.
O relatório, elaborado pelo general David Petraeus, chefe das forças militares dos EUA no Iraque, deve ser entregue ao Congresso americano no próximo dia 15.
Petraeus e o embaixador dos EUA no Iraque, Ryan Crocker, devem se apresentar ao congresso na próxima semana e falar das implicações do envio de 30 mil soldados adicionais para a estabilização do país árabe. Na terça-feira, os atentados de 11 de setembro em Washington e Nova York completarão seis anos.
Bush insistiu nos últimos dias em afirmar que o envio de soldados adicionais está rendendo frutos e que houve uma melhora da segurança em todo o território iraquiano. Como exemplo, citou a redução da violência na província de Al-Anbar, na região oeste, para onde viajou de surpresa, em uma visita rápida, no início desta semana, antes de embarcar rumo a Sydney.
Bush se reuniu durante sua estadia no Iraque com líderes tribais que se aliaram às forças americanas para lutar contra a Al Qaeda. Hoje, em Sidney, o presidente americano falou ainda do novo vídeo do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden.
“O vídeo é uma lembrança do perigoso mundo em que vivemos e uma lembrança de que devemos trabalhar juntos para proteger nosso povo”, disse, depois de sua reunião com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.
No discurso de 30 minutos aos americanos, Bin Laden fala do impacto dos atentados de 11-9, critica o sistema democrático dos EUA e o Governo Bush por ter iniciado a Guerra do Iraque. “É interessante que na fita tenha sido mencionado o Iraque, o que é uma lembrança de que o Iraque é parte da guerra contra os extremistas”, disse Bush.
Ele acrescentou que a Al Qaeda procura estabelecer um refúgio seguro no Iraque para lançar ataques contra os EUA e seus aliados. “Portanto, é importante que mostremos determinação para nos proteger e que neguemos à Al Qaeda um refúgio seguro”, insistiu.
O Iraque também foi assunto debatido na reunião com Abe. Bush agradeceu ao chefe de Estado japonês o apoio do Japão às operações antiterroristas americanas com sua missão de abastecimento no Oceano Índico.
“Quero agradecer ao primeiro-ministro, a seu Governo e ao povo japonês por sua contribuição na guerra contra o terrorismo”, destacou Bush no final de seu encontro bilateral. “O Japão presta um serviço vital não só aos EUA, mas também a outros países como abastecedor de nossos navios”, disse.
Em seu último dia em Sydney, Bush participou de um almoço de trabalho com os outros 20 líderes do Apec, seguido da tradicional foto para a qual todos vestiram uma jaqueta típica dos criadores de gado australianos.
Além disso, Bush se reuniu com o presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, assistiu a uma apresentação na Ópera de Sidney e participou de um jantar de despedida. Em seguida, partiu para Honolulu, no Havaí, onde realizará uma escala antes de viajar para Washington.
A decisão do presidente americano de abandonar Sidney um dia antes do final da cúpula foi interpretada como um sinal de falta de interesse dos EUA no organismo e na região. No entanto, hoje os EUA propuseram ser o país anfitrião da cúpula do Apec em 2011, informou a Casa Branca.
A oferta ressalta o “compromisso” dos EUA com a organização, disse hoje em entrevista coletiva Dan Price, especialista em comércio e economia do Conselho de Segurança Nacional. Price diminuiu a importância das críticas a Bush hoje e afirmou que os EUA vêem o Apec como o “preeminente” fórum econômico regional. Ele insistiu em que os EUA continuam comprometidos com a região e com uma maior integração da área.
O assessor oficial disse que a oferta do país de ser anfitrião do Apec “é uma prova a mais” do interesse dos EUA no Sudeste Asiático.