O neurologista que acompanha o caso de Eluana Englaro há anos, this web Carlo Alberto Defanti, afirmou hoje que sua morte será esclarecida somente após a realização de uma autópsia.
Eluana, a italiana de 38 anos que passou os últimos 17 deles em estado vegetativo, teve “uma crise” que acabou antecipando sua morte, e somente a autópsia poderá elucidar o que ocorreu, disse Defanti.
O neurologista admitiu que não esperava pela morte da italiana, apenas três dias depois de os médicos interromperem sua alimentação, informou a agência local “Agi”.
O próprio Defanti tinha previsto que Eluana viveria entre 12 e 14 dias a partir do momento em que sua alimentação fosse interrompida.