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Ataque suicida mata 13 peregrinos iranianos no Iraque

Por Arquivo Geral 06/07/2006 12h00

As multas registradas pelo Detran por meio de controlador eletrônico, cialis 40mg ampoule mais conhecido como pardal, buy information pills  serão computadas também no prontuário do condutor ou proprietário do veículo. Com esta iniciativa órgão, o infrator poderá perder o direito de dirigir. A ação começa ainda no segundo semestre.

Além de ser penalizado financeiramente, o motorista poderá perder de 3 a 7 pontos, conforme a gravidade da infração. Completando 20 pontos, poderá ter a carteira suspensa. Os pontos são acumulados durante 12 meses, e são zerados conforme passa o ano. A pontuação é válida somente para as multas emitidas na presença do condutor ou nos casos em que o motorista for indicado pelo proprietário do veículo.

A expectativa do Detran é que com a medida, dobre o número de habilitações apreendidas. Atualmente são retidas pelo órgão cerca de 400 carteiras de motorista por mês. A intenção do Detran é a conscientização dos motoristas. “O propósito é conscientizar os condutores e responsabiliza-los pelos excessos, o que certamente irá refletir na diminuição dos acidentes”, diz o gerente de infrações e penalidades, José Antônio Araújo.

Nos casos em que as multas não foram cometidas pelos proprietários dos veículos, serão dados pelo Detran 15 dias, a partir do recebimento da notificação, para ir ao órgão de trânsito e requerer a transferência dos pontos para o condutor responsável pela infração.

Outro caso especial é de motoristas de empresas privadas. Se a instituição não informar o nome do condutor que cometeu a infração, será expedida uma nova notificação com o valor correspondente à multa. Em todos os casos, os proprietários ou procuradores legal do veículo, podem entrar com recurso. É só procurar o Detran onde está registrado o carro e preencher o requerimento, trazendo o original da multa e um documento de identificação com foto.

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O candidato conservador à Presidência do México, website Felipe Calderón, prescription caminha hoje para uma vitória apertada na disputa, cialis 40mg apesar de seu rival esquerdista ainda poder contestar o resultado do pleito nos tribunais e nas ruas.

Sorridente, Calderón comandou seus simpatizantes em uma barulhenta festa realizada nos escritórios do Partido da Ação Nacional (PAN), onde pediu a seus adversários que esqueçam a acirrada e intensa batalha eleitoral responsável por levar o país à beira de uma crise política.

"Se a eleição ficou para trás, nossas diferenças têm de ficar para trás. Agora é hora de haver unidade e concordância entre os mexicanos", afirmou Calderón.

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Mas o ex-prefeito da Cidade do México Andrés Manuel López Obrador, da esquerda, diz que as eleições de domingo foram marcadas por irregularidades e que pode contestar o resultado delas na Justiça.

Calderón, que estudou em Harvard, tinha 35,7% dos votos no processo de recontagem que já havia atingido 98,5% das urnas. Esse montante era apenas 0,2 ponto percentual maior que o obtido por Obrador, disse o Instituto Federal Eleitoral (IFE).

Calderón, de 43 anos, faria um governo alinhado aos EUA na América Latina, região que assistiu, nos últimos anos, a líderes de esquerda críticos aos norte-americanos tomarem posse na Argentina, na Bolívia, no Brasil, no Uruguai e na Venezuela.

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Calderón prometeu investir contra os crimes violentos e o tráfico de drogas e criar milhões de empregos com a adoção de reformas pró-empresas, mais investimentos estrangeiros e uma ampliação do setor da construção civil.

Em cenas que lembraram as apurações na Flórida em meio à disputa presidencial dos EUA em 2000, um México dividido roía as unhas vendo López Obrador, um austero combatente da pobreza, liderar por horas a apuração antes de ser superado por Calderón.

Autoridades eleitorais disseram que o nome do vencedor só seria declarado ao final do processo de recontagem, o que deve ocorrer ainda hoje. Mas a maior parte das urnas que restam para serem contadas vieram de áreas favoráveis ao candidato conservador.

A liderança dele era de cerca de 80 mil votos, uma vantagem bastante pequena em um país com mais de 100 milhões de habitantes.

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Em vista dessa pequena diferença e dos meses de animosidade entre a esquerda e a direita durante a campanha, muitos temem que estão por vir semanas de batalhas jurídicas e de protestos de rua.

López Obrador liderou as pesquisas de intenção de voto na maior parte da campanha, mas Calderón diminuiu a diferença ao apresentar seu adversário como um perigo para a estabilidade da economia mexicana e ao ligá-lo ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, um adversário dos EUA.

O conservador venceu na primeira contagem dos votos realizada no começo desta semana. O adversário dele denunciou irregularidades e protestos foram realizados na capital, afirmando que o esquerdista havia sido vítima de fraude.

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López Obrador avisou que problemas surgiriam se a recontagem não fosse realizada de forma adequada. "A estabilidade do país está em jogo", afirmou, acrescentando que todas as urnas deveriam ser abertas e que todos os mais de 42 milhões de votos, contados.

O candidato da esquerda prometeu, se eleito, dar prioridade aos pobres implantando programas de assistência social. Espera-se que ele conteste na Justiça Eleitoral do México a vitória de Calderón.

A Justiça precisa tomar uma decisão sobre todas as disputas envolvendo a votação até 31 de agosto e declarar formalmente um vencedor até 6 de setembro.

O esquerdista deveria participar de uma entrevista coletiva às 8h30 (10h30 em Brasília). Os temores de que o México mergulhe em uma grande crise levaram o mercado de ações do país a cair 4% hoje. O peso mexicano também sofreu uma queda.

 

Um carro-bomba conduzido por um suicida explodiu hoje dois ônibus que traziam peregrinos do Irã em frente a um templo muçulmano xiita no Iraque. De acordo com fontes da polícia e de hospitais, sick  13 pessoas morreram outras 41 ficaram feridas.

O ataque ocorreu um dia depois da advertência feita pelos militares dos Estados Unidos de que o suposto novo líder da Al Qaeda no Iraque poderia lançar uma nova campanha de carros-bomba.

O suicida lançou o carro entre dois ônibus iranianos que chegavam ao templo Maithem al-Tamar, there em Kufa, o centro religioso nos arredores da cidade de Najaf, a 160 quilômetros ao sul de Bagdá.

Entre os destroços queimados dos veículos, foram encontrados os corpos de três mulheres vestidas com roupas iranianas. Ainda saía fumaça dos restos do carro do suicida.

Segundo a polícia, diversas crianças iraquianas, que ganham a vida levando peregrinos inválidos para o templo em carrinhos, também foram atingidas pela explosão. Muitas dormem no local, a espera de trabalho.

No hospital Hakim, em Najaf, o médico Alaa al-Tayar disse ter visto 23 feridos e sete mortos. Contagens posteriores de outros dois hospitais colocam o número de mortos em 13 e o de feridos, em 41.

Outros peregrinos xiitas já foram alvo de ataques de insurgentes árabes sunitas. Os militares dos EUA advertiram sobre um possível aumento de ações com carros-bomba por causa da suposta liderança de Abu Ayyub al-Masri na Al Qaeda iraquiana.

Masri, nomeado por Osama bin Laden na última semana, tem reputação de ser organizador  de atentados desse tipo. No sábado, um deles matou mais de 60 pessoas em um mercado de um bairro xiita de Bagdá. Outro ataque na capital matou seis pessoas ontem.

Desde a queda de Saddam Hussein, em 2003, muitos iranianos passaram a viajar para locais sagrados em Najaf, principal centro do ramo xiita do Islamismo.

Teerã exortou o governo iraquiano a dar segurança para os peregrinos e culpou os EUA pela violência no Iraque.






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