O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), click Dominique Strauss-Kahn, online disse hoje que a Argentina não poderá ter acesso ao novo programa de empréstimos de emergência para combater a crise econômica, viagra apresentado hoje.
A Argentina, segundo o órgão, ficou de fora do programa porque o FMI não revisa sua economia há mais de um ano.
Para ter acesso ao programa, o Governo deveria ter recebido uma avaliação “muito positiva” do FMI na revisão anual de sua economia, conhecida como “Artigo IV”.
Argentina se nega a passar por essa revisão desde meados de 2006.
Perguntado em coletiva de imprensa se esta circunstância impediria a Argentina de ter acesso ao novo programa, Strauss Kahn respondeu: “Temo que o país que o senhor menciona, por exemplo, pela razão que o senhor diz, não será elegível”.
Segundo as normas desse novo mecanismo, a Argentina poderia receber empréstimos durante um ano por um valor máximo de quase US$ 16,2 bilhões.
Ao contrário de outros programas do FMI, os países que obtenham estes créditos não deverão completar uma série de metas e realizar reformas estruturais.
“Não haverá condições”, afirmou Strauss-Kahn, que frisou ainda que o organismo dará as ajudas a Governos que tenham feito uma boa gestão econômica, mas que se encontrem com problemas de liquidez pela crise.
Os empréstimos deverão ser amortizados em um prazo de até um ano e seu volume será de no máximo 500% da cota que os países têm no FMI. No caso da Argentina, a cota é de US$ 3,24 bilhões.
O FMI destinará US$ 100 bilhões ao programa e, caso chegue a desembolsar toda essa quantidade revisaria seus parâmetros, informou o organismo.
Para participar do programa, os países devem contar com um nível de dívida sustentável, boa política fiscal e monetária, e um balanço por conta corrente saneado, explicou um alto funcionário do FMI, que pediu para não ser identificado.