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Mundo

Americana de 61 anos quer atravessar 166 km de mar infestado de tubarões

Arquivo Geral

22/07/2011 23h15

 

Uma nadadora americana de 61 anos se propôs um desafio que nenhum outro atleta se atreveu a enfrentar: atravessar nadando os 166 quilômetros que separam Cuba de Cayo Hueso, no extremo sul da Flórida, em águas infestadas de tubarões.

 

 

Diana Nyad nadará durante 60 horas em pleno território dos predadores marinhos, uma façanha que requer não apenas uma grande dose de coragem, mas também preparação e resistência física extraordinárias.

 

 

“Ninguém, nem homem nem mulher, fez isto antes. Eu serei a primeira pessoa a fazê-lo”, disse nesta sexta-feira a intrépida nadadora a seus fãs no Facebook, enquanto espera na Flórida o momento propício para viajar a Havana e iniciar a travessia.

 

 

Só resta um último detalhe para que Diana mergulhe no oceano: os prognósticos meteorológicos de mar calmo, por isso um grupo de especialistas analisa as condições atmosféricas com uma semana de adiantamento.

 

 

A presença de tubarões nas cálidas águas caribenhas não será o único perigo que a nadadora deverá vencer, uma vez que a ameaça de sofrer desidratação, hipotermia, náuseas e até momentos de delírio e desorientação são constantes durante longas travessias.

 

 

Vários homens em caiaques vigiarão atentos a travessia da americana e disporão de sistemas de localização por GPS e dispositivos que emitem ondas elétricas para afugentar os tubarões que se aproximem dela.

 

 

A desportista, que tentará bater o recorde em águas abertas, iniciará a travessia em Havana e, a cada hora e meia, interromperá as braçadas para flutuar durante alguns minutos e ingerir alimentos líquidos e frutas que a permitam se recuperar do esforço e alcançar a costa de Key West.

 

 

Se conseguir completar o percurso, Diana baterá sua própria marca de 1979, quando entrou para os livros de recordes ao completar nadando o percurso mais longo da história, desde a costa de Bimini, nas Bahamas, até a costa da Flórida.

 

 

Durante uma década, até sua aposentadoria, Diana foi considerada a melhor nadadora de longa distância do mundo.

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