Autora dos livros “A Dama Escura”, “A Existência Física é um Grande Teatro Cósmico”, “Saara – A Filha do Deserto” e o infanto-juvenil “Miranda Metratone”, Renata Vázquez volta a dialogar com sua própria ancestralidade e temas como magia, sexo e vidas passadas em seu mais novo romance, “A Bruxa de Alhambra” (Editora Atlântico), que tem lançamento físico dia 1º de dezembro.

“Demorei um ano para escrever e atravessei a pandemia neste processo”, diz Renata, que mergulha na cidade de Granada, na Espanha de 1491, para contar a história de uma bruxa perseguida pela inquisição, durante a reconquista espanhola, e que vive um amor proibido com um cavaleiro da coroa católica.
“É um romance histórico baseado nas minhas memórias de vidas passadas. É, sem dúvida, meu trabalho mais maduro. Abordo a questão do paganismo e a comunhão do sexo alquímico, temas ainda tabus hoje, cinco séculos depois.”

Na trama, Feimi escapa de Córdoba, na Espanha, para não ter o mesmo destino de outras feiticeiras de sua linhagem naquela região: a fogueira. Então, acaba sendo admitida como uma serva moura no Reino Nazari de Maomé XII, e, a partir daí, dois segredos e uma paixão ardem sob os muros da Alhambra. O paganismo ancestral de Feimi, a disputa de dois reinos por Granada, a honra, a cruz e a espada, Alá e a deusa entram em polvorosa no romance.