Executivos de uma renovada Varig, approved que esteve fora dos céus chilenos por pouco mais de um ano, cure afirmaram hoje que a companhia reiniciou suas operações no país e que espera se transformar em breve na segunda companhia aérea em vôos entre Brasil e Chile.
Segundo declarações dadas à Agência Efe por Lincoln Amano, sildenafil diretor comercial da Varig, o lançamento da rota São Paulo-Santiago começou no último dia 9 uma cobertura que a empresa espera expandir para toda a América do Sul e Europa.
Afirmou que a aposta da companhia é realizar um vôo diário entre as duas cidades e que, dentro do Brasil, todas as conexões poderão ser feitas por meio da Gol, que comprou a Varig em março deste ano após a quebra desta última.
Amano disse que, nesta nova etapa, a Varig lançou uma identidade visual única, com linhas modernas e sofisticadas, e renovou seu portfólio de serviços, mudanças que serão notadas gradualmente pelos clientes.
Além disso, o tratamento do passageiro é nossa principal preocupação: 100% de cuidado e 0% de excesso, explicou o diretor comercial, acrescentando que a companhia conta atualmente com uma frota padronizada de 25 aviões.
Sustentou que, com a compra de 40 novas aeronaves até 2008, a Varig espera recuperar a participação de 18% do mercado que tinha antes de deixar de operar entre Chile e Brasil.
Lembrou que a VRG Linhas Aéreas S.A., empresa que opera a marca Varig, oferece 120 vôos diários para 14 destinos no Brasil e 14 vôos para oito destinos internacionais: Buenos Aires, Bogotá, Caracas e Santiago, na América do Sul; e Frankfurt, Roma, Paris e Londres, na Europa.
Esperamos inaugurar no futuro vôos para Montevidéu, Cidade do México e Madri, acrescentou o executivo.
O secretário-geral da Junta de Aviação Civil (JAC) chilena, Jorge Frei, destacou que o retorno da Varig à rota aérea entre Chile e Brasil é uma boa notícia, porque aumenta a oferta.
Em declarações ao jornal chileno La Tercera, Frei falou que a rota entre os dois países foi uma das que mais cresceu no ano passado, com uma alta de quase 14%.
Atualmente, a liderança no tráfego total (entrada e saída) entre Chile e Brasil está nas mãos do grupo chileno LAN, que entre janeiro e outubro deste ano obteve 54,5% do mercado, seguido pela TAM, com 19,5%.