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Economia

Ricardo Flores deixa a presidência do fundo para Dan Conrado assumir

Arquivo Geral

26/05/2012 10h38

O vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações do Banco do Brasil (BB), Dan Conrado, foi escolhido  para comandar o fundo de pensão dos funcionários do BB, a Previ, informou o banco público em comunicado. Dan Conrado é bacharel em direto, carioca, tem 47 anos e é  funcionário de carreira do banco  desde 1980, onde tomou posse como menor aprendiz.

Na instituição, ocupou funções de administrador de agência, superintendente e foi responsável pelo integração do BB com a Nossa Caixa, comprado do governo paulista em 2008. Além disso, atuou como conselheiro des empresas como Weg, Celesc e Brasilprev.

 

Em reunião realizada ontem, o Conselho Deliberativo da Previ elegeu Conrado para o mandato 2010-2014, segundo a nota do BB. O nome dele já vinha sendo cogitado para comandar o fundo.

 

Ricardo Flores, que ocupava o posto,  deixa o cargo no próximo dia 1º de junho – depois de 31 anos de atividades no BB e de dois anos à frente da Diretoria Executiva da Previ  – por decisão da presidente Dilma Rousseff, após uma disputa por poder contra o presidente da instituição bancária, Aldemir Bendine, seu antigo colega de BB. Já Conrado é aliado de Bendine.

 

No último dia 11, o presidente da Brasilprev, Sergio Rosa renunciou ao cargo para cuidar de questões familiares. Rosa foi presidente da Previ antes de Flores. Agora, especula-se que Flores vai assumir o comando da Brasilprev.

Reunião espinhosa

Em uma reunião que durou mais de seis horas,  Flores acatou a decisão do Planalto e renunciou à presidência do fundo de pensão. A troca no comando já estava acertada desde a última quinta-feira à tarde entre a presidente da República, Dilma Rousseff, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

 

A saída de Flores nada tem haver com resultados ou uma insatisfação do governo com a condução técnico-econômica do fundo, que administra um patrimônio estimado em  R$ 155 bilhões. Com a mudança, o Planalto quer apenas uma maior sintonia entre a Previ e o Banco do Brasil.

 

Leia mais na edição impressa deste sábado (26) do Jornal de Brasília.

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