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Economia

Rede de exploração sexual com presença no Brasil é desmontada na Espanha

Arquivo Geral

17/03/2009 0h00

Quinze integrantes de uma rede albanesa de tráfico internacional e exploração sexual de mulheres e que mantinha relações com organizações criminosas brasileiras foram presos na última semana na Espanha.

Parte das mulheres “compradas” pela rede criminosa vinha do Brasil. Elas eram obrigadas a se prostituir em diferentes regiões da Espanha e, sales mais tarde, information pills eram “vendidas” novamente a outras organizações de exploração sexual de várias capitais européias.

Os detidos são acusados por vários crimes, entre eles coação à prostituição, formação de quadrilha, violação de direitos trabalhistas, violação dos direitos dos cidadãos estrangeiros, falsificação de documentos, agressões sexuais e lesões corporais.

Também foram emitidas várias ordens de detenção internacionais contra outros membros da organização localizados em diferentes capitais européias.

O grupo criminoso desmontado nesta semana exercia um estrito e violento controle sobre as mulheres, que se prostituíam em estradas e em boates.

As investigações determinaram que a rede desarticulada fazia parte de uma grande estrutura criminosa de âmbito internacional.

Essa estrutura destinava grande parte de seus recursos a procurar mulheres que escapavam do domínio dos criminosos ou a localizar e a ameaçar as famílias das vítimas nos países de origem.

Com a desarticulação deste grupo criminoso, algumas das mulheres exploradas pela organização já puderam voltar a seus países de origem. Outras delas estão sendo atendidas por organizações espanholas de proteção à mulher.

A operação policial começou após a descoberta da grave situação de uma mulher de 21 anos. Ela era explorada por uma organização romena na região espanhola da Catalunha desde que era menor de idade.

A jovem ficou trancafiada em um apartamento na cidade de Barcelona durante quase dois anos e era obrigada a se prostituir. Depois, ela foi “vendida” à organização albanesa agora desarticulada.

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