Carina Bordallo
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Os brasilienses que não têm condições de pagar, mensalmente, um plano de saúde, considerado privilégio para uma minoria no País, poderão desfrutar de um serviço alternativo: o cartão pré-pago para a saúde. A APPI Tecnologia, empresa fornecedora da tecnologia utilizada no cartão, revelou para a equipe de reportagem do Jornal de Brasília que o Distrito Federal faz parte da lista dos locais de interesse para que o serviço comece a ser veiculado.
O DF tem cerca de 750 mil usuários de plano de saúde. Porém não há previsão para que isso aconteça. É que a empresa ainda não encontrou parceiros que sirvam como emissores do cartão.
A função do cartão é simples, ele se assemelha aos utilizados em telefones e transportes públicos, ou seja, é só adicionar a quantia de dinheiro que quiser e, depois, utilizar. “É um instrumento de pagamento pré-pago, que serve para pagar exames e consultas, com os mesmos preços de tabela de plano de saúde”, afirma a APPI.
O serviço já existe em pelo menos dois estados: no Rio de Janeiro, onde foi feito o projeto-piloto e o primeiro teste em 2008, e no Espírito Santo, onde serviço já é utilizado há quatro meses. O próximo local será Minas Gerais, a partir de dezembro. Cada estado possui uma empresa responsável por fornecer o produto à população.
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