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PBoC não vai recorrer a medidas de estímulo, diz Zhou

Arquivo Geral

10/05/2014 9h44

O presidente do Banco Popular da China (PBoC, na sigla em inglês), Zhou Xiaochuan, disse que o governo não vai recorrer a medidas de estímulo facilmente, afastando as esperanças de alguns economistas e investidores por atuações agressivas para estimular o crescimento por meio de um amplo corte da taxa de reserva de depósito.

Zhou fez o comentário em um fórum no fim de semana, quando questionado sobre a

possibilidade de um corte no depósito compulsório dos bancos, relatou o site sina.com.

Zhou disse que há algumas mudanças em curso na economia, mas o governo será cauteloso sobre tirar as conclusões. Ele também disse que alterações econômicas de curto prazo não podem indicar com precisão a tendência da economia.

“Olhando para as condições econômicas atuais, o Conselho de Estado destacou a necessidade de manter a política constante. Portanto, não vamos assumir qualquer grande estímulo facilmente”, disse Zhou.

Dados divulgados pela China nesta sexta-feira mostraram que a inflação global da China em abril foi inferior ao esperado. O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 1,8% nos 12 meses encerrados em abril, contra as expectativas de aceleração de 2,0%, o menor nível desde outubro de 2012. Na mesma comparação, o índice de preços ao produtor (PPI) caiu 2,0%, ante espectativa de queda de 1,9%.

Os dados decepcionantes renovaram a especulação sobre o afrouxamento da política monetária, especialmente de um amplo corte na taxa de reserva de depósitos.

A taxa de depósitos de sete dias de referência manteve-se estável ao nível de 3%,

abaixo dos 4% que o banco central indicada que é confortável. Fonte: Market News International.

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    PBoC não vai recorrer a medidas de estímulo, diz Zhou

    Arquivo Geral

    10/05/2014 9h44

    O presidente do Banco Popular da China (PBoC, na sigla em inglês), Zhou Xiaochuan, disse que o governo não vai recorrer a medidas de estímulo facilmente, afastando as esperanças de alguns economistas e investidores por atuações agressivas para estimular o crescimento por meio de um amplo corte da taxa de reserva de depósito.

    Zhou fez o comentário em um fórum no fim de semana, quando questionado sobre a

    possibilidade de um corte no depósito compulsório dos bancos, relatou o site sina.com.

    Zhou disse que há algumas mudanças em curso na economia, mas o governo será cauteloso sobre tirar as conclusões. Ele também disse que alterações econômicas de curto prazo não podem indicar com precisão a tendência da economia.

    “Olhando para as condições econômicas atuais, o Conselho de Estado destacou a necessidade de manter a política constante. Portanto, não vamos assumir qualquer grande estímulo facilmente”, disse Zhou.

    Dados divulgados pela China nesta sexta-feira mostraram que a inflação global da China em abril foi inferior ao esperado. O índice de preços ao consumidor (CPI) subiu 1,8% nos 12 meses encerrados em abril, contra as expectativas de aceleração de 2,0%, o menor nível desde outubro de 2012. Na mesma comparação, o índice de preços ao produtor (PPI) caiu 2,0%, ante espectativa de queda de 1,9%.

    Os dados decepcionantes renovaram a especulação sobre o afrouxamento da política monetária, especialmente de um amplo corte na taxa de reserva de depósitos.

    A taxa de depósitos de sete dias de referência manteve-se estável ao nível de 3%,

    abaixo dos 4% que o banco central indicada que é confortável. Fonte: Market News International.

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