Economia

Ministério do Trabalho busca soluções que reduzam impactos da saída da Ford do Brasil

subprocurador-geral da República Luiz Augusto Santos Lima, instaurou procedimento administrativo em 12 de janeiro para acompanhar os impactos socioeconômicos e concorrenciais decorrentes do fechamento das fábricas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE)

Fábrica Ford. Divulgação.

Com o objetivo de achar soluções aos impactos trabalhistas e econômicos da saída da Ford no Brasil, o Ministério Público do Trabalho (MPT) participou da reunião virtual com o coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (3CCR/MPF), subprocurador-geral da República Luiz Augusto Santos Lima.

O encontro aconteceu nessa segunda-feira (25). Na ocasião, o coordenador, que trata de defesa do consumidor e regulação da atividade econômica, tomou conhecimento sobre a atuação do MPT em prol dos trabalhadores afetados e explicou as medidas que vêm sendo tomadas pelo MPF.

O subprocurador-geral da República reforçou que a 3CCR/MPF instaurou procedimento administrativo em 12 de janeiro para acompanhar os impactos socioeconômicos e concorrenciais decorrentes do fechamento das fábricas de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE).

A reunião contou com a participação do procurador-geral do Trabalho (PGT), Alberto Bastos Balazeiro, e membros do Grupo Especial de Atividade Finalística (GEAF) criado para acompanhar o caso. O grupo é composto pelos procuradores do MPT Flávia Villas Boas de Moura (coordenadora), Jefferson Luiz Maciel Rodrigues (vice-coordenador), Celeste Maria Ramos Marques, Afonso de Paula Pinheiro Rocha e Ronaldo Lima dos Santos.

Com informações são do MPT

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