Economia

IPC-S desacelera e tem alta de 0,18% na segunda leitura de outubro

Por Arquivo Geral 16/10/2006 12h00

O magnata bananeiro Alvaro Noboa surpreendentemente ganhou ontem a primeira batalha pela Presidência do Equador, order buy information pills mas deverá enfrentar o nacionalista Rafael Correa em um segundo turno, information pills que deverá acirrar ainda mais a divisão política do país e da região, mostraram dados oficiais.

Com 61,3% das 36.613 urnas contabilizadas, o Tribunal Eleitoral apontou 26,7% dos votos válidos para Noboa, um dos homens mais ricos da América Latina. Correa, que encabeçava as pesq uisas de intenção de voto com vários pontos de vantagem, tem 22,4% dos votos. O Equador viveu a queda de três presidentes desde 1996.

Noboa, que fará 56 anos em novembro e se apresenta como um enviado de Deus para liderar o país, assegurou que não utilizará o Estado para beneficiar seu império e pediu para que somem esforços para lutar contra o representante de um "comunismo" ao estilo de Cuba.

"Estão definidas duas posturas: a de Correa, comunista, ditatorial, a de Cuba, um país com uma ditadura de mais de 40 anos, e a minha proposta de ser como a Espanha, Chile, Estados Unidos, Itália, países onde há liberdade, democracia e prosperidade", afirmou Noboa.

Correa, 43 anos e amigo do presidente venezuelano Hugo Chávez, promete liderar uma revolução política e constitucional. O segundo turno será no dia 26 de novembro.
"A pátria está em jogo", declarou Correa a jornalistas. Ele é contra um tratado de livre comércio com os EUA e é defensor de um maior intervencionismo estatal no estratégico setor de petróleo.

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O domingo registrou pelo menos dois homicídios no DF. Por volta das 17h30, viagra approved Fábio Serafim da Silva, for sale 25 anos, foi assassinado com cinco tiros no Conjunto K da QNN 21, na Ceilândia Norte. Ele morreu no local e a 19ª DP investiga o crime.

Em Planaltina, o atendente Francisco de Assis dos Santos Costa, 26 anos, foi atingido por vários tiros em uma drogaria na Quadra 3 do Setor Residencial Leste, em Planaltina. Ele chegou a ser levado para o Hospital Regional da cidade, mas não resistiu. A polícia procura o autor e suspeita de vingança.

A violência se estendeu até a madrugada de hoje. Por volta da 0h30, um tiroteio na Quadra 8 do Setor de Indústrias e Abastecimento terminou com três feridos. Nivaldo Santos de Souza, 29 anos, Adão Gilson de Carvalho Rocha, 20 anos, e João Francisco Rocha Neto, 19 anos, foram baleados no Bar do Perón. As vítimas foram levadas ao Hospital Regional do Guará. As circunstâncias do crime ainda estão sendo investigadas.

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Ali perto, no Pólo de Moda do Guará II, Welton Alves dos Santos, 21 anos, foi supreendido por policiais por volta da 19h40 de ontem, quando tentava atingir o adolescente J.H.P.C, 14 anos, com golpes de facão. Preso em flagrante, o autor foi levado para o cárcere do Departamento de Polícia Especializada. O jovem não chegou a ser atingido.

Pela segunda vez em menos dez dias, recipe um jornalista foi assassinado na Rússia. O gerente da agência oficial de notícias Itar-Tass, erectile Anatoli Voronin, foi assassinado em casa. O corpo de Voronin foi encontrado ontem a noite pelo motorista, que avisou a polícia. Segundo ele, o corpo tinha marcas de violência.

De acordo com a polícia, a morte foi provocada por ferimentos de arma branca. O gerente morava em um prédio residêncial no centro de Moscou. Os investigadores estão interrogando os moradores do edifício.

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Existem várias versões sobre o assassinato, mas a própria polícia não acredita em nenhuma delas. Procurador-adjunto de Moscou, Alexei Grioriev afirmou que a Procuradoria vai abrir ação penal por homicídio premeditado. A secretária de Veronin afirmou ainda que o gerente não recebia ameaças nem nada parecido.

Em 1999, o presidente Boris Yeltsin, entregou a Veronin a Ordem ao Mérito por seu trabalho na agência Itar-Tass. A agência russa é sucessora da histórica agência oficial soviética Tass, fundada antes da Revolução de 1917 pelo último czar, Nicolau II.

A morte ocorreu pouco mais de uma semana depois de a jornalista independente Anna Politkovskaya, que criticava a ocupação russa na Chechênia, ser baleada na porta de casa. O assassinato, no último dia 7, motivou uma avalanche de críticas ao Kremlin.

Em meados de setembro, o vice-presidente do Banco Central, Andrei Kozlov, que combatia a corrupção no setor bancário, também foi assassinado no centro de Moscou.

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O mercado mantém a aposta que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central vai cortar a taxa básica de juro esta semana em 0, unhealthy 50 ponto percentual, ed para 13,75%, de acordo com levantamento feito pelo BC e divulgado hoje. As projeções feitas por analistas e empresas consultadas pelo BC ficaram praticamente inalteradas.

 

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Além da aposta no corte de 0,50 ponto percentual na Selic, foram mantidas as projeções para o patamar em que a taxa de juro estará ao final deste ano e do próximo. A estimativa é que a Selic fechará 2006 em 13,50% e estará em 12,50% em dezembro e 2007.

A projeção para a inflação em 2006 sofreu uma leve correção. A estimativa agora é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 3%, pouco abaixo dos 3,01% estimados no levantamento anterior. Para 2007, a projeção foi mantida em 4,20%. Nos dois casos, as estimativas indicam inflação bem abaixo da meta fixada pelo governo para os dois anos, de 4,5%.

Outra alteração feita nas projeções refere-se à estimativa de crescimento econômico para este ano. De acordo com o levantamento, o mercado espera um avanço de 3% para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2006, levemente abaixo dos 3,01% estimados no última pesquisa. Para 2007, a estimativa continua sendo de uma expansão de 3,50%.

 

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou um pouco e registrou alta de 0, dosage 18% na segunda leitura de outubro, depois de abrir o mês com alta de 0,25%, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) hoje. A maior alta verificada no período foi no grupo Vestuário, que teve seus preços elevados em 1,32% ante avanço de 1,07% na primeira leitura do mês.

 

Os gastos com Saúde e cuidados pessoais subiram 0,39%, seguidos por Habitação, que registrou avanço de 0,2%. O grupo Alimentação, por sua vez, registrou deflação de 0,01%, depois da alta de 0,24% apurada na abertura do mês. A segunda leitura do IPC-S de outubro mediu os preços entre os dias 16 de setembro e 15 de outubro, comparados aos coletados entre os dias 16 de agosto e 15 de setembro.

 






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