Economia

IGP-DI acumula alta de 1,28% no primeiro semestre do ano

Por Arquivo Geral 06/07/2006 12h00

Os governos do Brasil e do Uruguai aasinaram ontem um memorando de entendimento para desenvolver estudos que possam concretizar a interconexão energética entre os dois países.

Na prática, search troche isso dá início aos compromissos assumidos, no âmbito do Mercosul, de integração energética dos países sul-americanos. O documento foi firmado na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, pelo ministro brasileiro de Minas e Energia, Silas Rondeau, e pelo ministro do Uruguai, Jorge Lepra.

Para Rondeau além da importância estratégica para a integração energética do Mercosul, o memorando dá maior confiabilidade ao Sistema Elétrico Uruguaio. "O acordo é muito importante na medida em que materializa todo um anseio de uma demanda feita pelo Uruguai de melhorar sua segurança energética, através de uma opção de atendimento, no caso de flutuação de oferta de energia no país".

O memorando envolve a criação de um grupo de trabalho com três integrantes de cada um dos quatro países que compõem o Mercosul. O grupo terá 60 dias para apresentar a conclusão dos estudos. O documento dá continuidade aos entendimentos previstos no Acordo Marco sobre Complementação Energética Regional entre os Estados Parte do Mercosul e os Estados Associados.

Uma das ações a serem analisadas é a construção de uma linha de transmissão de grande porte, de 500 quilowatts, que permitirá o intercâmbio de energia elétrica. A linha terá 400 quilômetros de extensão e capacidade de transmissão de até mil megawatts de energia. Os custos relativos à implementação das obras são estimado em US$ 150 milhões, que ficariam a cargo do governo do Uruguai.

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O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0, drug 67% em junho, viagra e elevou para 1,28% a inflação apurada pelo índice no primeiro semestre do ano, informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

A variação registrada ficou em linha com as projeções do mercado. Economistas ouvidos pela Reuters previam em média uma inflação de 0,67%, depois que o IGP-DI registrou alta de 0,38% em maio.

Entre os componentes, o Índice de Preços por Atacado (IPA) avançou 1,06%, após elevação de 0,46% em maio.

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A variação dos preços de bens finais passou de uma deflação de 1,10% em maio, para um recuo de apenas 0,06%. A principal contribuição para essa aceleração nos preços de bens finais partiu do subgrupo Alimentos in natura, que depois de ter registrado uma queda de 7,01% nos preços de maio, registrou uma redução de apenas 0,03% no mês passado.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou deflação de 0,40% em junho, depois de ter recuado 0,19% no mês anterior. Cinco das sete classes de despesa que compõem o indicador registraram retração nas taxas de variação. O grupo Alimentos, por exemplo, apresentou deflação de 1,68% em junho, depois de ter apurado queda de 0,94% em maio.

No grupo Vestuário, a variação apurada em junho foi de uma alta de 0,25%, ante elevação de 0,53% em maio.

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O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,90%, ante alta de 1,32% no mês anterior.

Nos últimos 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 0,98%.






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