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Economia

Grupo Alimentação contribuiu mais para desaceleração do IPC-S na 3ª prévia do mês

Agência Estado

23/11/2016 11h25

Atualizada

O grupo Alimentação, que recuou de 0,03% na segunda quadrissemana de novembro para a deflação de 0,13% na terceira leitura do mês, foi o que mais contribuiu para o resultado do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S), divulgado nesta quarta-feira, 23, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Nessa classe de despesas, a FGV destacou o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 0,32% para -3,63%. O indicador geral caiu 0,11 ponto porcentual, de 0,35% para 0,24% entre os dois períodos.

Dentre as outras classes de despesas que registraram decréscimo em suas taxas de variação, a FGV destacou o comportamento dos itens automóvel novo (0,54% para 0,08%), em Transportes; taxa de água e esgoto residencial (0,83% para 0,43%), no grupo Habitação; artigos de higiene e cuidado pessoal (0,69% para 0,28%), no segmento Saúde e Cuidados Pessoais; roupas (0,51% para 0,29%), em Vestuário, tarifa de telefone móvel (1,03% para 0,55%), no grupo Comunicação, e alimentos para animais domésticos (2,81% para 2,45%), em Despesas Diversas.

De forma isolada, os itens com as maiores influências de baixa foram leite tipo longa vida (a despeito de a deflação ter diminuído de -11,62% para -9,15%), tomate (-6,73% para -16,17%), feijão carioca (-13,36% para -14,95%), mamão papaia (apesar de a taxa ter subido de -13,80% para -8,99%) e tarifa de ônibus urbano (que manteve a variação de -0,28%).

Já os cinco itens com as maiores influências de alta foram etanol (mesmo com a desinflação de 5,18% para 4,64%), plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 1,03%), refeições em bares e restaurantes (apesar de a taxa ter desacelerado de 0,56% para 0,46%), gasolina (a despeito de a inflação ter diminuído de 1,50% para 1,04%) e tarifa de eletricidade residencial (0,70% para 0,74%).

Fonte: Estadao Conteudo

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