Economia

Exportação de carne bovina do Brasil fica estável no primeiro semestre

Por Arquivo Geral 10/07/2006 12h00

A cúpula da polícia de São Paulo negociou com os líderes do PCC no início da onda de rebeliões e ataques promovida pela facção criminosa no início de maio. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, sick this no dia em que começaram os primeiros levantes, story Marcos Willians Herbas Camacho, o Marcola, esteve reunido com o diretor do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), Godofredo Bittencourt.

O encontro foi relatado por Marcola a deputados da CPI do Tráfico de Armas em 8 de junho, em depoimento na penitenciária de segurança máxima de Presidente Bernardes (SP). Na reunião, ocorrida em 12 de maio e testemunhada por outras autoridades policiais, o líder do PCC teria comunicado a Godofredo que acabaria com a série de ataques e motins se as autoridades paulistas atendessem a reivindicações simples, como comida, cobertores e banho de sol para os 765 presos transferidos na véspera para a penitenciária de Presidente Venceslau, no interior do estado.

De acordo com o jornal, o diretor do Deic concordou com os pedidos, mas o então secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, Nagashi Furukawa, não fez concessões, o que provocou o acirramento das rebeliões e dos ataques. Naquela altura, havia apenas dois presídios rebelados no estado (Iaras e Araraquara) e quatro policiais mortos.

Somente dois dias depois da negociação fracassada, as autoridades policiais paulistas se renderam e voltaram a reunir-se com Marcola, levando, em um avião do estado a advogada Iracema Vasciaveo para Presidente Bernardes. Na ocasião, o número de mortos havia subido para 52 e o total de unidades rebeladas era de 57. O encontro resultou no fim da onda de ataques no estado.

 

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O presidente dos Estados Unidos, order George W. Bush, anunciou hoje a aprovação de um plano de US$ 80 milhões para promover uma mudança democrática em Cuba. O dinheiro se destinará a financiar comunicações para que os cubanos tenham acesso a informações "censuradas" e a fortalecer "movimentos democráticos" na ilha caribenha. 

"Hoje aprovei um segundo relatório da Comissão de Assistência para uma Cuba Livre", disse Bush em um comunicado. No relatório, a Comissão, presidida pela secretária de Estado, Condoleezza Rice, também pediu que Bush rastreasse o destino de exportações-chave cubanas para assegurar o embargo econômico sobre a ilha.

Além disso, o organismo recomendou proibir o envio de remessas dos EUA à Cuba, por meio de outros países, e criar um grupo de trabalho para aplicar melhor as sanções econômicas já existentes.

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Cuba considerou o documento uma "agressão" e assegurou que pode se tratar do prenúncio de uma invasão militar. "O relatório demonstra que estamos ativamente trabalhando para a mudança em Cuba, não simplesmente esperando uma mudança. Eu chamo nossos amigos democratas e aliados ao redor do mundo para que se juntem a nós para apoiar a liberdade para o povo cubano", disse Bush no comunicado.

 

Khaled Meshaal, view líder do Hamas no exílio, disse hoje que a única maneira de Israel recuperar um cabo israelense sequestrado é libertando prisioneiros palestinos. Ele também disse que a campanha militar do Estado judaico na Faixa de Gaza é inútil.

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Líderes israelenses ameaçaram matar Meshaal, que concedeu uma rara entrevista coletiva em um hotel de Damasco em meio a um forte aparato de segurança. O líder palestino sobreviveu a uma tentativa de assassinato rea lizada por Israel em 1997, na Jordânia.

"Nosso povo está unido a respeito da exigência de uma troca do soldado capturado por prisioneiros mantidos nas prisões do inimigo sionista", afirmou Meshaal, aparecendo pela primeira vez em público desde que membros do Hamas e de outros grupos capturaram o soldado, em uma ação realizada no dia 25 de junho.

"Dissemos aos mediadores e aos que fazem os esforços políticos (para colocar fim à crise) que somos favoráveis a lidar com essa questão de forma pacífica e calma. Mas os senhores precisam compreender as necessidades do povo palestino", afirmou o líder, que tem uma barba grisalha. "A solução é simples: troca. Mas Israel rejeita isso. Os mediadores na Europa sabem disso, mas são incompetentes", afirmou.

O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, rejeitou hoje as críticas da comunidade internacional sobre a ação militar do Estado judaico na Faixa de Gaza, afirmando que as operações visavam a convencer os militantes a libertar o soldado e a abandonar o lançamento de mísseis contra o território israelense. Segundo Olmert, a ação militar continuaria por tempo indeterminado.

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Usando um xale nas cores da bandeira palestina e uma imagem do Domo da Pedra, em Jerusalém, Meshaal disse que a campanha israelense na Faixa de Gaza fracassaria apesar da esmagadora superioridade militar do Estado judaico.

"Vocês (israelenses) querem liquidar o povo palestino e colocá-lo à margem da história. Vocês vão fracassar", afirmou Meshaal. "Nenhum povo jamais foi libertado por possuir um poderio militar igual ou superior ao de seu inimigo. Esses povos venceram porque mostraram vontade e persistência".

Meshaal criticou a comunidade internacional por concentrar sua atenção no militar israelense e não nos esforços para fazer com que Israel interrompa uma investida contra a Faixa de Gaza na qual, segundo disse, teriam sido mortos 47 palestinos e feridos outros 187. "Nosso povo na Faixa de Gaza está à beira de um desastre humanitário e o mundo fica assistindo a isso de braços cruzados. O mundo, por outro lado, mostra-se assustado e pasmado por causa de um soldado israelense. Temos 10 mil prisioneiros (nos presídios israelenses)", disse.

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O Estado judaico afirmou que não negociará com o Hamas, atualmente à frente do governo palestino, sobre a libertação do cabo israelense Gilad Shalit. Os grupos militantes que capturaram o militar de 19 anos exigiram que Israel liberte mais de mil prisioneiros palestinos em troca de sua libertação.

 

O Brasil exportou 1, discount 157 milhão de toneladas de carne bovina no primeiro semestre deste ano, symptoms volume praticamente estável ante igual período do ano passado (1, cheap 151 milhão de toneladas), informou hoje a Abiec, entidade que reúne os exportadores.

A receita com as exportações do produto no semestre ficou em US$ 1,71 bilhão, acima do US$ 1,47 bilhão registrado no primeiro semestre de 2005.

Em junho, o Brasil exportou 221,9 mil toneladas de carne, ante 228,3 mil em junho do ano passado. A receita no mês passado ficou em US$ 351,6 milhões, ante US$ 305,8 milhões há um ano.

O Brasil havia registrado forte crescimento nos embarques de carne bovina nos últimos anos, quando assumiu a liderança mundial em volumes neste mercado, mas casos de febre aftosa no fim de 2005 prejudicaram o ritmo das exportações recentemente.

 






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