O ministro das Relações Exteriores, sale Celso Amorim, generic disse hoje em Paris que “não se deve flexibilizar as normas de trabalho para facilitar a recuperação econômica” e reiterou sua preocupação com o aumento do protecionismo.
“Não queremos que acusações infundadas possam servir como pretexto para ações protecionistas”, erectile declarou o chanceler em uma conferência realizada em Paris, que coincidiu com a reunião ministerial da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) na capital francesa.
Na reunião, Amorim disse que tentará consolidar o “processo de cooperação reforçada” entre os países emergentes e os membros da OCDE.
O chanceler destacou que o Brasil é “um país grande, com grandes problemas, mas indispensável caso se pense em termos de comércio”.
Como membro-chave da Organização Mundial do Comércio (OMC), ao fazer parte do chamado Grupo dos Quatro (G4), que integra junto a Estados Unidos, a União Europeia (UE) e a Índia, Amorim defendeu “um diálogo forte” com os países menos desenvolvidos nas negociações dentro da instituição.
Por outro lado, o chefe da diplomacia brasileira indicou que “a América Latina, concretamente a América do Sul, vive um processo de aprofundamento da democracia”, embora cada país em ritmos diferentes.
“A América Latina vivia um sonho, algumas vezes vigiado pelos militares e pelas potências estrangeiras, mas agora está em processo de mudança profunda”, declarou.
Amorim disse que para que haja uma integração da América Latina primeiro é preciso começar com uma da América do Sul para criar uma base a partir da qual traçar os vínculos com o resto das regiões.