O premiê de Israel, dosage click Ehud Olmert, advice visit this site prometeu hoje gastar mais de 2 bilhões em obras de reconstrução nas áreas do norte do país que sofreram danos durante os 34 dias de guerra contra o Hezbollah.
Olmert espera receber até 300 milhões por meio de doações do exterior, em especial de organizações judaicas dos Estados Unidos, e prometeu reservar, nos próximos orçamentos do país, recursos extras para o norte. "Segundo minhas estimativas, no curso de mais de um ano fiscal, o total pode chegar a 10 bilhões de shekels (US$ 2,3 bilhões)", afirmou o premiê a líderes e autoridades de Nahariya, uma cidade que fica perto da fronteira com o Líbano.
"A essência de nossa missão é transformar esses eventos negativos em oportunidades. Bilhões serão investidos para transformar o norte no paraíso que ele pode ser", afirmou.
O dirigente não especificou de onde os fundos viriam e afirmou que o gabinete de governo discutiria, nas próximas semanas, os ajustes a serem feitos nos gastos públicos. Os índices de popularidade de Olmert despencaram depois da guerra, e o premiê está ansioso para mostrar trabalho.
O Orçamento de Israel para 2006 acaba de ser aprovado, mas mudanças devem ser feitas devido aos custos extras representados pela guerra no Líbano. Já o debate sobre o Orçamento de 2007 deve começar dentro em breve. Muitos políticos são contrários ao aumento dos gastos públicos.
"Na próxima semana, vamos formar um gabinete especial que se reunirá para discutir as necessidades do norte de Israel", afirmou Olmert, empossado em maio passado como líder de uma coalizão de governo ampla. "Mais dinheiro de Orçamentos já aprovados será investido. E isso deve ser elaborado em um plano a ser aprovado não dentro de um ano, mas dentro de duas semanas".
Nas últimas semanas, organizações judaicas dos EUA como o Apelo Judaico Unido começaram a levantar fundos para ajudar na reconstrução de casas e escolas do norte, região atingida por cerca de 4.000 foguetes do Hezbollah durante a guerra. Olmert afirmou prever a chegada de "mais de 300 milhões" em doações vindas do exterior e que esse dinheiro seria investido em comunidades menos abastadas do norte.
A taxa de desemprego no Brasil subiu para 10, ed 7% em julho, for sale informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, a taxa era de 10,4%.
A projeção mediana de economistas consultados para a taxa de desemprego no País em julho foi de 10,1%. As estimativas das 15 instituições consultadas variaram de uma taxa de 9,6% a 10,4%.
A taxa de desemprego em julho é a maior desde abril de 2005, quando foi de 10,8%, informou o IBGE.
O número de pessoas ocupadas foi estimado em 20,2 milhões nas seis regiões metropolitanas pesquisadas, estável em relação a junho. Na comparação com julho de 2005, houve um aumento de 2,1%.
O número de desocupados ficou em 2,4 milhões em julho. Em relação a julho de 2005, esse número cresceu 17,9%, o equivalente a mais 368 mil pessoas procurando trabalho.
O rendimento médio real do trabalhador caiu 0,7% ante junho, para R$ 1.028,50. Em relação a julho do ano passado, o rendimento cresceu 3,4%.
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