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Economia

Comitês de apoio a Betancourt clamam por acordo humanitário

Arquivo Geral

27/02/2008 0h00

Os Comitês de apoio a Ingrid Betancourt expressaram hoje sua “alegria” pela libertação de quatro reféns das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), pharmacy e defenderam uma negociação “urgente” para que os outros seqüestrados, buy information pills incluída a refém colombo-francesa, cheapest sejam liberados o mais rápido possível.


As Farc entregaram na selva colombiana quatro ex-parlamentares a uma comissão liderada pelo ministro venezuelano do Interior, Ramón Rodríguez Chacín, e a senadora da oposição colombiana Piedad Córdoba, e apoiada pela Cruz Vermelha. Os quatro libertados viajaram para Venezuela.


“Alegramos-nos por suas famílias” e “agradecemos” ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, e à senadora Córdoba por seus esforços na mediação com as Farc, disse à Agência Efe Olivier Roubi, da Federação Internacional dos Comitês Ingrid Betancourt.


Roubi lembrou que “há urgência” e que Ingrid Betancourt é a “última mulher” que fica no grupo de cerca de 40 reféns políticos – que as Farc querem trocar por cerca de 500 guerrilheiros presos -, e conclamou a comunidade internacional a “intensificar” os esforços para que todos os seqüestrados recuperem a liberdade.


O porta-voz da federação não quis comentar por enquanto a declaração atribuída às Farc que não haverá mais libertações unilaterais até que o Governo colombiano desmilitarize dois municípios para negociar um acordo humanitário.


Por sua vez, o porta-voz do Comitê de Apoio a Ingrid Betancourt, Hervé Marro, próximo a familiares da refém colombo-francesa, acolheu com “uma explosão de alegria” a libertação hoje dos quatro ex-parlamentares colombianos.


“Agora a única solução que se impõe a todos é o acordo humanitário”, declarou Marro à Efe, ao insistir que as Farc e o Governo colombiano se reúnam para negociá-lo “o mais rápido possível”.


O porta-voz lembrou que alguns dos reféns estão doentes e outros “à beira do abismo” e advertiu que, se o problema não se resolver com rapidez, existe o perigo de “perdê-los”.


O porta-voz do comitê, que se reuniu com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, lhe pediu que siga com “a vontade de encontrar uma solução viável” e que dê “o exemplo” negociando com as Farc um acordo humanitário, que seria algo “histórico” não só para a Colômbia mas para o mundo inteiro.

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