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Economia

Chega a Brasília o conhaque mais caro do mundo

Arquivo Geral

19/12/2011 17h10

Guilherme Lobão
globao@jornaldebrasilia.com.br

Foto: Glaucya BragaChega a Brasília um novo lote do icônico conhaque francês Louis XIII, da Rémy Martin, o mais caro do mundo. A bebida, com a qual Winston Churchill e Charles De Gaulle brindaram o fim da Segunda Guerra Mundial, é considerada pelos especialistas mais do que uma mera garrafa de conhaque, mas um objeto de cobiça de colecionadores. O Louis XIII é fruto de um processo tão rigoroso quanto demorado, que reúne mais de mil destilados de vinho, desenvolvidos por entre 40 e 100 anos na região francesa de Grande Champangne até chegar ao consumidor.

“Ele valoriza com o tempo. Tem gente que tem um desse e guarda mesmo”, observa o sommelier Paulo Kunzler, da Superadega, único local em Brasília onde a garrafa será comercializada. “Nao tem o que comparar. É considerado o melhor do mundo mesmo”, garante.

Segundo a embaixadora da do Louis XIII no Brasil, Jessia Krell, trata-se de um conhaque que demora entre 40 e 100 anos para chegar à garrafa. “Não é um conhaque de moda. Ele tem 137 anos de história. É feito a partir de 1,2 mil vinhos destilados, aproximadamente, em toneis raris de carvalho na região de Cognac. A cada ano, ele envelhece de 2 a 3 porcento”, detalha Jessia.

Foto: Glaucya BragaA garrafa do Louis XIII sai para o público por um valor de R$ 10 mil, ou R$ 1,2 mil a dose. Mas o histórico conhaque não é preservado em qualquer recipiente. A garrafa é feita de cristal bacará, confeccionado artesanalmente por 11 artistas, com uma tampa feira em ouro 24 quilates. “São detalhes que justificam o produto”, assinala Jessia.

Além de poder ser encontrado na Superadega, o Louis XIII pode ser degustado nos restaurantes Piantella (202 Sul) e A Bela Sintra (105 Sul). Neste último foi onde se realizou a primeira degustação para consumidores em potencial em Brasília, reunindo empresários de diversos ramos, como Lourenço Peixoto, diretor do Jornal de Brasília; Fernando Queiroz Filho, diretor da Via Engenharia; e Francisco Ansiliero, dono e chef da rede de restaurantes Dom Francisco.

Daniel Almeida, dono da Superadega, não fará estoque do conhaque, obviamente devido ao limitado fluxo de venda do produto. “É uma cultura que está começando a ser implantada em Brasília. Mas o mercado hoje ainda é muito pequeno”, justifica.

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