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Economia

Após reunião, governadores reclamam de gastos públicos

Arquivo Geral

15/06/2012 16h06

A nota enviada anteriormente contém uma incorreção. O vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos, é filiado ao PSD e não ao DEM como informado. Segue o texto corrigido:

 

Os 23 governadores e quatro vice-governadores que participaram, nesta sexta-feira, de uma reunião com a presidente Dilma e ministros, reclamaram da pressão nos gastos públicos diante de medidas tomadas pelo governo federal, que têm aumentado despesas para os estados e o Distrito Federal.

 

A título de exemplo, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), citou o aumento salarial para categorias, como a dos professores, e um projeto que discute vincular até 2% da Receita Líquida Estadual para garantir a autonomia financeira e orçamentária das Defensorias Públicas dos Estados. A proposta, já aprovada pelo Senado, está agora na Câmara dos Deputados.

 

Na avaliação dos governadores, as propostas dificultam o enfrentamento de reveses na economia por causa da crise econômica internacional. “Os governadores têm de estar atentos porque depois têm de pagar a conta e não tem dinheiro”, afirmou Afif Domingos.

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    Arquivo Geral

    15/06/2012 14h34

    Os 23 governadores e quatro vice-governadores que participaram, nesta sexta-feira, de uma reunião com a presidente Dilma e ministros, reclamaram da pressão nos gastos públicos diante de medidas tomadas pelo governo federal, que têm aumentado despesas para os estados e o Distrito Federal.

    A título de exemplo, o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (DEM), citou o aumento salarial para categorias, como a dos professores, e um projeto que discute vincular até 2% da Receita Líquida Estadual para garantir a autonomia financeira e orçamentária das Defensorias Públicas dos Estados. A proposta, já aprovada pelo Senado, está agora na Câmara dos Deputados.

    Na avaliação dos governadores, as propostas dificultam o enfrentamento de reveses na economia por causa da crise econômica internacional. “Os governadores têm de estar atentos porque depois têm de pagar a conta e não tem dinheiro”, afirmou Afif Domingos.

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