Brasil

STF não estende habeas corpus a acusado de mandar matar Dorothy

Por Arquivo Geral 11/07/2006 12h00

A Polícia Federal realizou nos últimos dois meses, what is ed drugs em Foz do Iguaçu (PR), doctor a Operação Coruja 2, com o objetivo de reprimir empresas ilegais de segurança privada. Hoje, o departamento de comunicação social da PF divulgou que a operação foi feita em duas etapas: primeiro na região de Foz do Iguaçu e depois na região de Cascavel.

Na cidade de Quedas do Iguaçu, cinco empresas clandestinas de segurança privada foram fechadas. Em Cascavel, foram duas empresas e cinco casas noturnas. Nas cidades de Foz e Medianeira, dois vigias que portavam arma de fogo foram presos.

Segundo a PF, empresas que continuarem funcionando de forma irregular serão autuadas e responderão judicialmente.

 

Um dos acusados de mandar matar a missionária americana Dorothy Stang, sildenafil Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, não conseguiu que o Supremo Tribunal Federal estendesse o habeas corpus que permitiu a soltura do comparsa Regivaldo Pereira Galvão, conhecido como Taradão.

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Em 12 de fevereiro de 2005, Dorothy foi assassinada com seis tiros na zona rural de Anapu (PA). As investigações mostraram que os mandantes do crime foram Bida e Taradão.

O Supremo entendeu que Bida não pode ser solto porque as circunstâncias da decretação da prisão preventiva foram diferentes da de Taradão. No último dia 29, ele conseguiu reverter decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que tinha negado ao fazendeiro, que ficou 16 meses preso, aguardar o julgamento em liberdade.

Depois que conseguiu a liberdade, Taradão voou para o Rio de Janeiro. O receio de que ele deixe o País levou o secretário especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a pedir ao Tribunal de Justiça do Pará que acelere o julgamento do acusado.

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Até agora, a Justiça condenou apenas os executores do assassinato. Os pistoleiros Rayfran das Neves Sales, o Fogoió, e Clodoaldo Carlos Batista pegaram 27 e 17 anos de prisão, respectivamente. Intermediário do crime, Amair Feijoli da Cunha, o Tato, foi condenado a 18 anos.

Fogoió, no entanto, passará por novo júri popular em agosto. A defesa do pistoleiro alegou que a lei penal permite um novo julgamento quando a pena é superior a 20 anos.

 

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