O Brasil só precisa entrar em quadra e enfrentar o Japão, na manhã desta sexta-feira, para assegurar o seu lugar na disputa do vôlei feminino nas Olimpíadas de Pequim-2008. Após vencer a Sérvia por 3 sets a 0, a seleção foi ajudada pelas derrotas de Cuba e Japão para garantir a vaga, independente do seu resultado na última rodada.
Mesmo que perca a partida diante das anfitriãs da Copa do Mundo por 3 sets a 0, com improváveis 25/0, 25/0 e 25/0, o Brasil não deixará o terceiro lugar, o que é suficiente para assegurar a vaga olímpica.
A razão disso é que a seleção empataria em número de pontos (19) com cubanas e sérvias, caso as duas equipes vençam na última rodada, mas o Brasil não será mais ultrapassado no primeiro critério de desempate: points average, divisão dos pontos ganhos pelos sofridos.
Se perder do Japão por triplo 25/0, a seleção de José Roberto Guimarães ficará com 1,18 neste item de desempate e ainda ficará à frente das únicas concorrentes, mesmo que Cuba e Sérvia vençam os compromissos desta sexta pelo impensável 3 sets a 0, com triplo 25/0. Com este placar, as cubanas alcançariam 1,15, enquanto as sérvias teriam 1,16.
Portanto, a única condição possível para o Brasil perder a vaga é não entrando em quadra, já que o W.O. no vôlei não computa ponto ao time perdedor. Desta forma, a equipe ficaria com os 18 pontos atuais, um a menos do que poderia alcançar Cuba e Sérvia.
Se evitar o W.O., a seleção brasileira se juntará a Itália e EUA, que já se classificaram matematicamente para a próxima edição olímpica. As outras vagas serão definidas em seletivas continentais no próximo ano.
Assim, o técnico José Roberto Guimarães atinge o seu objetivo de conseguir realizar a preparação para buscar o inédito ouro olímpico com mais tempo e calma, evitando assim mais uma seletiva.
Caso entre em quadra nesta sexta, o vôlei será a 15ª modalidade a garantir o lugar nas Olimpíadas. Além dele, o Brasil já disputará as Olimpíadas no atletismo, ciclismo, futebol, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, hipismo, judô, natação, pentatlo moderno, saltos ornamentais, tiro, tiro com arco e vela.
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A razão disso é que a seleção empataria em número de pontos (19) com cubanas e sérvias, caso as duas equipes vençam na última rodada, mas o Brasil não será mais ultrapassado no primeiro critério de desempate: points average, divisão dos pontos ganhos pelos sofridos.
Se perder do Japão por triplo 25/0, a seleção de José Roberto Guimarães ficará com 1,18 neste item de desempate e ainda ficará à frente das únicas concorrentes, mesmo que Cuba e Sérvia vençam os compromissos desta sexta pelo impensável 3 sets a 0, com triplo 25/0. Com este placar, as cubanas alcançariam 1,15, enquanto as sérvias teriam 1,16.
Portanto, a única condição possível para o Brasil perder a vaga é não entrando em quadra, já que o W.O. no vôlei não computa ponto ao time perdedor. Desta forma, a equipe ficaria com os 18 pontos atuais, um a menos do que poderia alcançar Cuba e Sérvia.
Se evitar o W.O., a seleção brasileira se juntará a Itália e EUA, que já se classificaram matematicamente para a próxima edição olímpica. As outras vagas serão definidas em seletivas continentais no próximo ano.
Assim, o técnico José Roberto Guimarães atinge o seu objetivo de conseguir realizar a preparação para buscar o inédito ouro olímpico com mais tempo e calma, evitando assim mais uma seletiva.
Caso entre em quadra nesta sexta, o vôlei será a 15ª modalidade a garantir o lugar nas Olimpíadas. Além dele, o Brasil já disputará as Olimpíadas no atletismo, ciclismo, futebol, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, hipismo, judô, natação, pentatlo moderno, saltos ornamentais, tiro, tiro com arco e vela.
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