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Prefeitura de SP cancela réveillon da Avenida Paulista

A decisão é motivada em parte pelo avanço da nova cepa em diferentes continentes, cujos primeiros casos no País foram confirmados

Com o avanço da variante Ômicron do vírus da covid-19, a Prefeitura de São Paulo decidiu cancelar o réveillon da Avenida Paulista e manter o uso de máscaras obrigatório. A decisão do prefeito, Ricardo Nunes (MDB), foi baseada em um parecer da Vigilância Sanitária e confirmada ao Estadão em Nova York, onde cumpre missão oficial em conjunto com o governador João Doria (PSDB), a convite da InvestSP.

A decisão é motivada em parte pelo avanço da nova cepa em diferentes continentes, cujos primeiros casos no País foram confirmados na terça-feira, 30. A gestão municipal tem destacado que as taxas da capital paulista seguem “favoráveis” em relação a outros períodos da pandemia. Nunes comentará mais detalhes sobre o cancelamento em anúncio ainda na manhã desta quinta-feira, 2, em Nova York, onde está em viagem oficial.

Na quarta-feira, 1º, o governador João Doria defendeu que prefeitos paulistas suspendam festas de réveillon no Estado. “Vamos no caminho da cautela e do zelo para proteger vidas. Não era hora de fazer festas de réveillon”, disse. “Embora seja decisão dos municípios, não me parece a hora adequada”, acrescentou.

Com a chegada da Ômicron e a quarta onda da covid-19 na Europa, ao menos 15 capitais no Brasil desistiram de eventos públicos no fim do ano. Entre elas, estão Salvador, Fortaleza, Florianópolis, João Pessoa, Belo Horizonte, Recife, Brasília, Belém, São Luís, Campo Grande, Palmas, Teresina, Aracaju, Porto Alegre e Goiânia. Nesta semana, a Prefeitura do Rio afirmou esperar mais informações para decidir se manterá a realização do evento em Copacabana.








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