Menu
Brasil

Polícia pede quebra de sigilo da assassina de Lavínia

Arquivo Geral

04/03/2011 18h22

Os investigadores da 60.ª Delegacia de Polícia de Campos Elísios, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, esperam a quebra do sigilo telefônico da assassina de Lavínia Azeredo de Oliveira, de 6 anos, para saber se ela telefonou para um suposto cúmplice na noite do sequestro da vítima. Os parentes da criança afirmam que Luciene Reis Santana, de 24, contou com a ajuda de um comparsa para entrar na casa e sequestrar a menina. No entanto, parentes e vizinhos informaram que seria possível entrar na casa pela porta da garagem, que apresentava um problema no trinco há meses.

Lavínia foi sequestrado quarta-feira por Luciene, que era amante do pai dela, o professor de educação física Rony dos Santos de Oliveira, de 30 anos. De acordo com a confissão da assassina, ela levou Lavínia ao Hotel Municipal de Duque de Caxias e a estrangulou com um cadarço de tênis. A mulher despertou a atenção dos funcionários, porque não tinha dinheiro para pagar a conta e limpou dois quartos para ser liberada. Dois dias depois, uma faxineira achou o corpo embaixo da cama.

A família da criança sustenta que Luciene sequestrou por dinheiro. Em seu depoimento, a assassina alegou que matou por vingança, pois não queria ser apenas amante do pai da vítima.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado