O desaparecimento da jovem grávida Ana Karina Matos Guimarães, 29 anos, no dia 10 de maio, foi desvendado pela polícia de Parauapebas, no sudeste paraense. O pecuarista Alessandro C. de L, ex-companheiro de Ana e principal suspeito, confessou em depoimento à polícia, na noite de domingo (30), o assassinato e ocultação do cadáver.
Outros dois acusados também confessaram a participação no crime. Eles serão acusados como cúmplices do assassinato. Além da confissão, os homens também apontaram o ponto onde foi jogado o corpo de Ana Karina, no rio Itacaíunas.
Segundo Alessandro, o crime foi planejado porque ele se sentia pressionado pela companheira para pagar as despesas do parto e da criação da criança. A jovem foi atraída até o local do crime e de acordo com o depoimento dos outros dois cúmplices, conhecidos como Minêgo e Magrão, foi Alessandro quem disparou duas vezes contra a vítima e com a ajuda dos dois, colocado o corpo dentro de um tambor e jogado no rio.
Ana Karina era noiva de Alessandro e estava grávida de 9 meses. Segundo testemunhas, ele foi a última pessoa vista com a grávida. Ao ser preso justificou dizendo à polícia que havia se encontrado com ela para colocar em dia os detalhes do parto da criança.