Antes culpada no escândalo de espionagem no episódio com a Ferrari durante a temporada deste ano, agora vez a McLaren continua reforçando a condição de vítima no caso com a Renault, que ganhou força com o encerramento do Mundial.
Nesta sexta-feira, o advogado da escuderia britânica, Baker McKenzie, enviou um documento à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) alegando que o time francês se beneficiou dos dados sigilosos das flechas de prata.
“É evidente que as informações confidenciais da McLaren foram conhecidas, difundidas e debatidas por mecânicos e engenheiros da Renault. Isso forneceu a eles um benefício claro e uma vantagem ilegal”, consta no documento.
No informe oficial enviado à FIA, o time inglês ainda garante que 33 arquivos com 780 projetos dos carros de 2006 e 2007 foram copiados em 11 disquetes em março do ano passado. De acordo com a escuderia, o conteúdo dos discos foi despachado em computadores dos rivais quatro meses depois.
Nesta sexta-feira, o advogado da escuderia britânica, Baker McKenzie, enviou um documento à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) alegando que o time francês se beneficiou dos dados sigilosos das flechas de prata.
“É evidente que as informações confidenciais da McLaren foram conhecidas, difundidas e debatidas por mecânicos e engenheiros da Renault. Isso forneceu a eles um benefício claro e uma vantagem ilegal”, consta no documento.
No informe oficial enviado à FIA, o time inglês ainda garante que 33 arquivos com 780 projetos dos carros de 2006 e 2007 foram copiados em 11 disquetes em março do ano passado. De acordo com a escuderia, o conteúdo dos discos foi despachado em computadores dos rivais quatro meses depois.