Logo depois de passar pela Coréia do Sul na manhã deste sábado por 3 sets a 0, a seleção brasileira feminina de vôlei voltou seus pensamentos para a República Dominicana, adversária do time nacional na partida marcada para as 7h05 (de Brasília) deste domingo, pela última rodada da terceira etapa da Copa do Mundo feminina.
Motivadas pelos triunfos consecutivos sobre tailandesas e sul-coreanas em Kumamoto, a equipe verde e amarela deverá fazer seu último duelo ‘fácil’ na Copa do Mundo. Isso porque, a partir da próxima quarta-feira, o Brasil disputa a quarta e última fase da competição, com duelos decisivos contra a líder Itália, a quarta colocada Sérvia e as anfitriãs do Japão.
Apesar de ter pela frente as dominicanas, eternas freguesas e apenas nona colocadas na Copa, o técnico José Roberto Guimarães já iniciou a cobrança em cima das atletas brasileiras. O treinador alertou para o perigo que a equipe caribenha pode representar, depois de abocanhar um set contra Estados Unidos e Cuba nas últimas duas partidas.
“Assisti ao jogo delas contra os Estados Unidos e percebi que a atacante canhota De la Cruz é uma boa jogadora”, disse Zé Roberto, que pediu o mesmo desempenho no saque a suas atletas. “Temos que continuar sacando bem para que o passa dominicano não chegue bem nas mãos da levantadora”.
A oposto Sheilla manteve o discurso do treinador e reforçou a necessidade de um serviço forçado. “O bom saque será fundamental para quebrar o passe e, conseqüentemente, neutralizar as principais atacantes adversárias, que se destacam pela força física”, ponderou.
As preocupações de Zé Roberto Guimarães e Sheilla têm fundamento. De la Cruz, apesar de ter apenas 18 anos, é a principal pontuadora da Copa do Mundo, com um total de 119 pontos (95 deles em ataques). No jogo contra a Tailândia, aliás, a jovem atleta obteve nada menos do que 29 acertos.
Tendo isso em vista, o técnico dominicano Beato Miguel Cruz quer aproveitar a participação do país caribenho na Copa do Mundo para dar experiência a suas jogadoras. “Nossas atletas são jovens e uma das nossas metas aqui é justamente adquirir experiência. Competir com grandes forças do vôlei internacional é fundamental para nós”, declarou.
A partida deste domingo será a terceira entre Brasil e República Dominicana nesta temporada. As duas seleções já se encontraram nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro e, logo em seguida, no Grand Prix. Nos dois duelos, o time verde e amarelo levou a melhor em três sets. Além disso, o time nacional tem a seu favor a escrita de jamais ter perdido para as dominicanas.
De olho nas rivais
Antes de enfrentar as dominicanas, o Brasil terá a chance de acompanhar as partidas de suas principais adversárias pela vaga olímpica e também pelo título da Copa do Mundo.
Líder invicta da competição, a Itália encara o Peru às 1h35 (de Brasília) na cidade de Sapporo. Logo na seqüência, às 4h05, a Sérvia, logo atrás do time nacional na tabela de classificação com o quarto lugar, trava o duelo do Leste Europeu com a Polônia.
O time polonês, aliás, não terá o treinador Marco Bonitta dando conselhos do lado de fora da quadra. O técnico pediu permissão à Federação Internacional de Vôlei (FIVB) para retornar à Itália, seu país de origem, a fim de cuidar de sua esposa, grávida, mas que está com problemas de saúde.
O duelo entre Japão, sexto colocado e ainda com chances de abocanhar uma vaga em Pequim-2008, e as lanternas do Quênia, com início marcado para as 7 horas, encerra as partidas em Sapporo.
Em Kumamoto, a rodada será aberta pelo confronto entre Cuba e Tailândia, às 1h35. As vice-líderes norte-americanas entram em quadra às 4h05 com a intenção de somar mais dois pontos na tabela e se aproximar ainda mais da vaga olímpica.
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Apesar de ter pela frente as dominicanas, eternas freguesas e apenas nona colocadas na Copa, o técnico José Roberto Guimarães já iniciou a cobrança em cima das atletas brasileiras. O treinador alertou para o perigo que a equipe caribenha pode representar, depois de abocanhar um set contra Estados Unidos e Cuba nas últimas duas partidas.
“Assisti ao jogo delas contra os Estados Unidos e percebi que a atacante canhota De la Cruz é uma boa jogadora”, disse Zé Roberto, que pediu o mesmo desempenho no saque a suas atletas. “Temos que continuar sacando bem para que o passa dominicano não chegue bem nas mãos da levantadora”.
A oposto Sheilla manteve o discurso do treinador e reforçou a necessidade de um serviço forçado. “O bom saque será fundamental para quebrar o passe e, conseqüentemente, neutralizar as principais atacantes adversárias, que se destacam pela força física”, ponderou.
As preocupações de Zé Roberto Guimarães e Sheilla têm fundamento. De la Cruz, apesar de ter apenas 18 anos, é a principal pontuadora da Copa do Mundo, com um total de 119 pontos (95 deles em ataques). No jogo contra a Tailândia, aliás, a jovem atleta obteve nada menos do que 29 acertos.
Tendo isso em vista, o técnico dominicano Beato Miguel Cruz quer aproveitar a participação do país caribenho na Copa do Mundo para dar experiência a suas jogadoras. “Nossas atletas são jovens e uma das nossas metas aqui é justamente adquirir experiência. Competir com grandes forças do vôlei internacional é fundamental para nós”, declarou.
A partida deste domingo será a terceira entre Brasil e República Dominicana nesta temporada. As duas seleções já se encontraram nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro e, logo em seguida, no Grand Prix. Nos dois duelos, o time verde e amarelo levou a melhor em três sets. Além disso, o time nacional tem a seu favor a escrita de jamais ter perdido para as dominicanas.
De olho nas rivais
Antes de enfrentar as dominicanas, o Brasil terá a chance de acompanhar as partidas de suas principais adversárias pela vaga olímpica e também pelo título da Copa do Mundo.
Líder invicta da competição, a Itália encara o Peru às 1h35 (de Brasília) na cidade de Sapporo. Logo na seqüência, às 4h05, a Sérvia, logo atrás do time nacional na tabela de classificação com o quarto lugar, trava o duelo do Leste Europeu com a Polônia.
O time polonês, aliás, não terá o treinador Marco Bonitta dando conselhos do lado de fora da quadra. O técnico pediu permissão à Federação Internacional de Vôlei (FIVB) para retornar à Itália, seu país de origem, a fim de cuidar de sua esposa, grávida, mas que está com problemas de saúde.
O duelo entre Japão, sexto colocado e ainda com chances de abocanhar uma vaga em Pequim-2008, e as lanternas do Quênia, com início marcado para as 7 horas, encerra as partidas em Sapporo.
Em Kumamoto, a rodada será aberta pelo confronto entre Cuba e Tailândia, às 1h35. As vice-líderes norte-americanas entram em quadra às 4h05 com a intenção de somar mais dois pontos na tabela e se aproximar ainda mais da vaga olímpica.
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