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Brasil

Netfarma nega participação em cartel de licitações públicas

Arquivo Geral

02/04/2015 19h52

A Netfarma, farmácia digital voltada exclusivamente ao consumidor final, divulgou comunicado nesta quinta-feira, 02, informando que “nunca participou de licitações públicas” e não fornece medicamentos para o mercado hospitalar. A empresa diz ainda que foi constituída no final de 2012, portanto, após o período investigado no processo administrativo instaurado pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para apurar suposta prática de cartel em licitações públicas destinadas à aquisição de medicamentos.

Segundo nota divulgada pela assessoria do Cade, onde constam os nomes de 15 empresas, evidências apontam ter havido frequente comunicação entre elas com o objetivo de se coordenarem para fixar preços e combinar condições e vantagens em licitações, restringindo a concorrência e o caráter competitivo das licitações.

A prática, segundo o órgão antitruste, teria ocorrido pelo menos de 2007 a 2011, em alguns Estados do País, como Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Pernambuco. Entre os remédios estão antidepressivos, ansiolíticos, analgésicos, sedativos, anticoagulantes, além de medicamentos para hipertensão, refluxo e tosse.

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    Netfarma nega participação em cartel de licitações públicas

    Arquivo Geral

    02/04/2015 19h50

    A Netfarma, farmácia digital voltada exclusivamente ao consumidor final, divulgou comunicado nesta quinta-feira, 02, informando que “nunca participou de licitações públicas” e não fornece medicamentos para o mercado hospitalar. A empresa diz ainda que foi constituída no final de 2012, portanto, após o período investigado no processo administrativo instaurado pela Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para apurar suposta prática de cartel em licitações públicas destinadas à aquisição de medicamentos.

    Segundo nota divulgada pela assessoria do Cade, onde constam os nomes de 15 empresas, evidências apontam ter havido frequente comunicação entre elas com o objetivo de se coordenarem para fixar preços e combinar condições e vantagens em licitações, restringindo a concorrência e o caráter competitivo das licitações.

    A prática, segundo o órgão antitruste, teria ocorrido pelo menos de 2007 a 2011, em alguns Estados do País, como Minas Gerais, São Paulo, Bahia e Pernambuco. Entre os remédios estão antidepressivos, ansiolíticos, analgésicos, sedativos, anticoagulantes, além de medicamentos para hipertensão, refluxo e tosse.

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