Quarto colocado na última edição da Superliga feminina, a equipe do Cimed/Macaé não deve participar da próxima edição do campeonato nacional. Isso porque a empresa de medicamentos genéricos não quis renovar o apoio à equipe, que não conseguiu um substituto à altura.
“Sem patrocínio, não há como a prefeitura arcar sozinha com os altos gastos de uma equipe de alto rendimento. Desde despesas com ônibus até a arbitragem, os gastos são cada vez maiores”, comentou Alex Moraes, presidente da Fundação de Esportes de Macaé ao Melhor do Vôlei.
O time já havia acertado um acordo com o técnico Antônio Rizola, ex-São Caetano/Mon Bijou. “Está cada vez mais caro manter um time de vôlei. Assim como o futebol, as jogadoras cobram salários mais altos”, declarou o dirigente.
A expectativa é que Macaé agora conte com uma equipe de categorias de base, com o objetivo de voltar a disputar a Superliga no futuro com atletas locais.