Uma das melhores jogadoras brasileiras de basquete de todos os tempos é de fato a melhor do Nacional Feminino, torneio que começa nesta sexta-feira, com quatro partidas. A ala Janeth, que foi campeã por Santo andré, Vasco da Gama, São Paulo/Guaru e Unimed/Ourinhos em nove anos de disputa é a principal atleta que já disputou a competição.
Janeth é a jogadora mais eficiente da competição, disparada. Enquanto a atleta fez 3.462 pontos no ranking, a pivô Geisa – que atua na Espanha – marcou 2.201. Na terceira posição vem Silvinha Luz, com 2.196 pontos. A única dentre as cinco primeiras que jogará o Nacional deste ano será Chuca, do Ourinhos, que está na quinta posição, com 1.885 tentos.
“Esses bons números são conseqüência de trabalho e dedicação. Acho que mais importante do que estatística é o fato de ter participado de seis finais e ser tetracampeã. Acredito que consegui estar no lugar certo na hora certa. As edições do Nacional que joguei foram muito disputadas e semrpe estive em boas equipes. Isso gerava em mim uma cobrança muito grande e eu trabalhava dobrado para ajudar meus times. Com isso, vieram os bons resultados e, conseqüentemente, bons números na competição”, afirmou a campeã mundial e medalhista olímpica.
Das 347 jogadoras que constam no ranking da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), apenas oito jogaram todas as edições do Nacional: Chuca, Maristela, Lílian, Roberta Lorencetti, Sandra Leão, Simone Lima, Silmara e Vivian.
Nos oito fundamentos que compõem o ranking da CBB, Janeth aparece entre as cinco primeiras em seis deles, sendo a líder em quatro: pontos, eficiência, recuperação de bola e mais tempo em quadra. Além disso, é a quinta em rebotes (única entre as cinco a não ser pivô) e segunda em assistências.
Janeth é a jogadora mais eficiente da competição, disparada. Enquanto a atleta fez 3.462 pontos no ranking, a pivô Geisa – que atua na Espanha – marcou 2.201. Na terceira posição vem Silvinha Luz, com 2.196 pontos. A única dentre as cinco primeiras que jogará o Nacional deste ano será Chuca, do Ourinhos, que está na quinta posição, com 1.885 tentos.
“Esses bons números são conseqüência de trabalho e dedicação. Acho que mais importante do que estatística é o fato de ter participado de seis finais e ser tetracampeã. Acredito que consegui estar no lugar certo na hora certa. As edições do Nacional que joguei foram muito disputadas e semrpe estive em boas equipes. Isso gerava em mim uma cobrança muito grande e eu trabalhava dobrado para ajudar meus times. Com isso, vieram os bons resultados e, conseqüentemente, bons números na competição”, afirmou a campeã mundial e medalhista olímpica.
Das 347 jogadoras que constam no ranking da Confederação Brasileira de Basquete (CBB), apenas oito jogaram todas as edições do Nacional: Chuca, Maristela, Lílian, Roberta Lorencetti, Sandra Leão, Simone Lima, Silmara e Vivian.
Nos oito fundamentos que compõem o ranking da CBB, Janeth aparece entre as cinco primeiras em seis deles, sendo a líder em quatro: pontos, eficiência, recuperação de bola e mais tempo em quadra. Além disso, é a quinta em rebotes (única entre as cinco a não ser pivô) e segunda em assistências.