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Brasil

Industrial destaca investimento em tecnologia e educação para tornar mais competitivos Brasil e Alem

Arquivo Geral

19/11/2007 0h00

O presidente da Confederação Alemã da Indústria, information pills Junrgen Thumann, view destacou hoje a importância investir em tecnologia e educação para ter mercados mais competititvos, tanto em seu país quanto no Brasil.

Depois de elogiar o momento econômico pelo qual o Brasil passa, Thumann aconselhou os brasileiros a cobrar do governo condições para manter esse estágio. “Sugiro aos brasileiros que aproveitem esse momento e influenciem (participem) para diminuir gastos públicos e a burocracia.”

O executivo considerou positiva a escolha de Blumenau para o sediar o encontro, já que a cidade representa o entrelaçamento das duas culturas.

Thumann destacou a importância do programa brasileiro de biocombustíveis, que segundo ele é referência mundial. Ele afirmou, porém, que o país assim como a Alemanha, “precisa de mais investimentos em infra-estrutura”. Essa é, para ele, a condição necessária para o país crescer.

Ele criticou a “falta proteção do governo” aos investimentos estrangeiros e disse que esses recursos são “indispensáveis” para melhorar a infra-estrutura.

Para o ministro da Economia e Tecnologia alemão, Michael Glos, a relação comercial do Brasil com seu país “é boa, mas pode melhorar”. Ele destacou a força da agricultura brasileira, mas disse que o país também tem desenvolvimento tecnológico.

Glos afirmou que, mesmo depois de o país ter encontrado um megadepósito de petróleo é importante continuar com a pesquisa de fontes alternativas de energia.

Glos e Tumann participaram, na manhã de hoje da abertura do Encontro Econômico Brasil–Alemanha, que reúne dois eventos: o 25º Encontro Empresarial e a 34º Reunião da Comissão Mista de Cooperação Econômica.

Uma das principais metas do evento é estreitar as relações comerciais entre os países. A Alemanha, responsável pela aquisição de 4,4% das exportações e por 7,1% das importações brasileiras nos dez primeiros meses deste ano, é o quinto maior parceiro comercial do Brasil.


 

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