O dirigente não se incomoda sequer por ter que enfrentar a concorrência da própria Toyota na Fórmula 1, o que acontece desde 2002. Segundo sir Frank, terminar a temporada de 2007 à frente da equipe japonesa no Mundial de construtores (33 pontos, contra 13) não prejudicou em nada o relacionamento entre as duas partes.
“Eu ficaria feliz se a Toyota alcançasse seus objetivos. Espero que eles possam ser um parceiro de longo prazo para nós”, disse Williams, segundo a revista alemã Auto Motor und Sport. “Não importa se estamos na frente deles, desde que não estejamos exatamente na frente”, completou, esquivando-se de uma briga direta por posições.
Por outro lado, o chefe da escuderia que leva seu sobrenome criticou duramente as equipes chamadas de “clientes”, que compram estrutura de outros times. Para ele, nomes como os da Toro Rosso, da Super Aguri e da Prodrive atrapalham as condições de igualdade sob as quais é disputada a Fórmula 1.
“Não quero de repente lutar contra quatro McLaren, ao invés de duas. Isso poderia acabar comigo. Por isso, mesmo que a proposta de Bernie Ecclestone seja aprovada, e essas equipes recebam menos dinheiro em premiações, eu não estou interessado”, disparou.