O Conselho Mundial de Esportes Automobilísticos da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) considerou a McLaren culpada das acusações de posse de documentos com detalhes técnicos da Ferrari. No entanto a entidade decidiu não punir a escuderia por enquanto, uma vez que avaliou que não há evidências de que esta usou as informações para melhorar seu carro.
“Não havia provas, nada mais poderia ser feito”, disse um dos membro do conselho, Luigi Macaluso, à Gazzetta dello Sport.
No entanto, a FIA ressaltou que, se no futuro for provado que a McLaren se beneficiou de tais informações, o time será chamado novamente e será punido severamente, podendo até mesmo ser banido não só do campeonato deste ano, como também da disputa da temporada seguinte.
A entidade acrescentou que chamará Nigel Stepney e Mike Coughlan, respectivos ex-engenheiro da Ferrari e chefe de design da McLaren, para prestarem depoimento a respeito do caso de espionagem.
Um documento de 780 páginas de informações privilegiadas da equipe de Maranello foram encontradas com o empregado da McLaren, mas esta já se adiantou dizendo que ninguém além de Coughlan sabia sobre o dossiê até que a Ferrari tornou isto público há quase um mês.
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No entanto, a FIA ressaltou que, se no futuro for provado que a McLaren se beneficiou de tais informações, o time será chamado novamente e será punido severamente, podendo até mesmo ser banido não só do campeonato deste ano, como também da disputa da temporada seguinte.
A entidade acrescentou que chamará Nigel Stepney e Mike Coughlan, respectivos ex-engenheiro da Ferrari e chefe de design da McLaren, para prestarem depoimento a respeito do caso de espionagem.
Um documento de 780 páginas de informações privilegiadas da equipe de Maranello foram encontradas com o empregado da McLaren, mas esta já se adiantou dizendo que ninguém além de Coughlan sabia sobre o dossiê até que a Ferrari tornou isto público há quase um mês.