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Brasil

Em simpósio, Igreja reafirma posição contrária ao aborto e à contracepção

Arquivo Geral

15/05/2010 8h30

No segundo dia de programação do XVI Congresso Eucarístico Nacional (CEN), que acontece em Brasília até domingo, dois temas polêmicos foram abordados. As duas últimas conferências do primeiro dia do Simpósio de Bioética, atividade inédita no evento, abordaram o planejamento familiar e o aborto.

 

 

As palestras foram ministradas pela ginecologista Elizabeth Kipman Cerqueira e a endocrinologista Ieda Therezinha Verreschi no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, na tarde de ontem.

 

 

Se a partir do Concílio Vaticano II, o planejamento familiar tornou-se um direito de todo casal, sem interferência do Estado ou mesmo da Igreja, levanta-se hoje o problema dos métodos adotados por quem não deseja ter filhos além dos que foram gerados. Segundo informações do portal Canção Nova, a Igreja defende que essa não é apenas uma questão do livre-arbítrio do casal, mas uma questão ética e moral, da competência dos pastores, “aos quais foi confiada por Cristo a tutela dos valores inerentes ao casamento e à vida”. Foi neste contexto que Elizabeth proferiu sua palestra, fazendo um paralelo entre a sexualidade e a espiritualidade.

 

 

 palestrante defendeu que os métodos anticoncepcionais são antivida e que o casal que opta por esta forma de controle da natalidade está negando o potencial de fecundidade do outro. “O homem e a mulher devem aceitar o outro na sua plenitude, o que inclui a sua capacidade de gerar outra vida”, explicou.

 

Leia mais na edição deste sábado (15) do Jornal de Brasília.

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