A Renault fechou seu quadro de pilotos para a temporada 2008 nesta segunda-feira com o pródigo espanhol bicamepeão Fernando Alonso e o brasileiro Nelsinho Piquet, deixando o italiano Giancarlo Fisichella de fora da equipe. Após perder a vaga no time francês, o antigo companheiro do bicampeão espera ser chamado pela estreante Force India. Mas a possibilidade de se tornar piloto de testes de alguma ‘grande escuderia’ não foi descartada.
Fisichella é um dos nomes da lista de opções para correr em 2008 pela antiga Spyker, assim como o compatriota Vitantonio Liuzzi, os alemães Adrian Sutil e Ralf Schumacher e o austríaco Christian Klien, que testaram o carro em Jerez de la Frontera. Apesar da concorrência, o representante da Velha Bota quer a vaga. “Meu objetivo é a Force India. Todos os pilotos que estiveram em Jerez queriam isso”, comentou.
Se o acerto sair, Fisico mudaria radicalmente, saindo de um time bem conceituado ao título e assinando com outro cotado para assumir o título de carro mais lerdo da temporada – assim como aconteceu quando possuía os nomes de Minardi ou Spyker. Mas isso não assusta o italiano, que revelou mágoas com a Renault.
“Não considero a ida para a Force India um passou atrás, mas uma nova fase na minha carreira. No começo vai ser duro ficar largar no fim do grid, mas vejo potencial na equipe”, reconheceu. “Seria uma pena mesmo se o acerto não saísse, porque acho que ainda mereço um lugar na Fórmula 1. Esperava um pouco mais de consideração da Renault, pois em três anos contribuí para a conquista de dois troféus”, reclamou.
Com o desejo de se manter na principal competição automobilística do planeta, Fisichella aceitaria até mesmo um cargo menor. “Quero correr na F-1 e sinto que ainda sou capaz. Se não for chamado pela Force, pensaria em ser piloto de testes, dependendo da oferta. Tem equipes de ponta com essa vaga aberta ainda”, relembrou.
Giancarlo Fisichella, de 34 anos, iniciou sua trajetória na Fórmula 1 em 1996, como piloto de testes da própria Minardi. Seu melhor desempenho foi em 2006, quando venceu seu terceiro e último Grande Prêmio (em Sepang, na Malásia) e ainda obteve o quarto lugar do Mundial de Pilotos. As outras duas vitórias do italiano aconteceram em 2003, no Brasil (pela Sauber), e em 2005, na Austrália (já pela Renault).
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Se o acerto sair, Fisico mudaria radicalmente, saindo de um time bem conceituado ao título e assinando com outro cotado para assumir o título de carro mais lerdo da temporada – assim como aconteceu quando possuía os nomes de Minardi ou Spyker. Mas isso não assusta o italiano, que revelou mágoas com a Renault.
“Não considero a ida para a Force India um passou atrás, mas uma nova fase na minha carreira. No começo vai ser duro ficar largar no fim do grid, mas vejo potencial na equipe”, reconheceu. “Seria uma pena mesmo se o acerto não saísse, porque acho que ainda mereço um lugar na Fórmula 1. Esperava um pouco mais de consideração da Renault, pois em três anos contribuí para a conquista de dois troféus”, reclamou.
Com o desejo de se manter na principal competição automobilística do planeta, Fisichella aceitaria até mesmo um cargo menor. “Quero correr na F-1 e sinto que ainda sou capaz. Se não for chamado pela Force, pensaria em ser piloto de testes, dependendo da oferta. Tem equipes de ponta com essa vaga aberta ainda”, relembrou.
Giancarlo Fisichella, de 34 anos, iniciou sua trajetória na Fórmula 1 em 1996, como piloto de testes da própria Minardi. Seu melhor desempenho foi em 2006, quando venceu seu terceiro e último Grande Prêmio (em Sepang, na Malásia) e ainda obteve o quarto lugar do Mundial de Pilotos. As outras duas vitórias do italiano aconteceram em 2003, no Brasil (pela Sauber), e em 2005, na Austrália (já pela Renault).
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