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Brasil

Carla Cepollina vai a júri popular por morte de Coronel

Arquivo Geral

10/06/2010 12h08

Nesta quinta-feira (10), a 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), decidiu por unanimidade que a advogada Carla Cepollina vai a júri popular pela morte do Coronel Ubiratan Guimarães, no ano de 2006. A advogada não compareceu a sessão e foi representada por seu advogado, Márcio Thomaz Bastos.

 

O procurador de justiça Rubem Ferraz Oliveira, contestou a decisão do juiz de primeira instância, Alberto Anderson Filho, que decidiu, em 2008, que Cepollina não iria a julgamento por falta de provas que a incrinariam. Filho, também registrou que a advogada foi a única investigada no crime e que a investigação foi rasa. Para o Ministério Público e para a polícia foi Carla quem disparou o tiro que matou o coronel, em setembro de 2006. O assassinato teria sido motivado por ciúmes. Ela nega as acusações.

 

Os desembargadores Souza Nery, Franscisco Bruno e Roberto Midolla, decidiram que Carla Cepollina deve ir a júri popular com base na prova pericial, que segundo a análise, a advogada estava no apartamento no momento da morte do coronel. Cepollina foi a última pessoa a ser vista entrando no local do crime. As câmeras do elevador do seu prédio gravaram ela saindo com um pacote qando chegou em casa no dia do crime. Foram as imagens que levaram a polícia a acreditar que ela teria trocado de roupa antes de voltar para casa.

 

Entenda mais sobre o caso:

 

O coronel, Ubiratan Guimarães, foi assassinado em seu apartamento na região dos Jardins no dia 9 de setembro de 2006. Segundo a polícia, o coronel morreu com um tiro no abdome disparado por uma de suas armas, um revólver calibre 38 que não foi encontrado no local do crime. A advogada sempre negou ter disparado o tiro.

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