< !--/hotwords -- >Atualmente terceira colocada na Copa do Mundo masculina de vôlei, que dá três vagas para as Olimpíadas de Pequim, a seleção brasileira passará a folga desta quarta-feira se preparando para não ser vítima de nenhuma zebra proporcionada por Porto Rico, adversário desta quinta, às 4h35 (de Brasília), em Toyama.
Vice-campeões da Norceca (que reúne países da América Central, do Norte e Caribe), os porto-riquenhos foram responsáveis por deixar Cuba de fora do torneio no Japão. Além disto, em três partidas, eles bateram Egito, Estados Unidos e roubaram um set da Bulgária, que ainda está invicta na competição.
A última vez que o Brasil enfrentou Porto Rico foi em 2003, durante dos Jogos Pan-americanos, com vitória para o time de Bernardinho por 3 sets a 0. “Porto Rico está sendo a sensação da Copa do Mundo. Após a vitória na estréia sobre o Egito, derrotou os Estados Unidos e conseguiu ganhar um set no jogo contra a Bulgária. Chegou à competição com humildade e demonstrando bastante seriedade”, avalia o ponteiro Dante.
Para ele, o fator psicológico será de grande importância no duelo desta quinta. “É sempre difícil enfrentar uma seleção que tem bom volume de jogo. A cada ataque, o adversário está sempre tocando na bola. Desta forma, Porto Rico conseguiu derrotar os Estados Unidos. Caso esse volume de jogo se repita no jogo contra o Brasil, temos de manter a tranqüilidade para chegar à vitória”, afirmou.
Com o Brasil já somando uma derrota no torneio (diante dos Estados Unidos, na estréia), Bernardinho exige vitória na partida. “Com relação aos próximos adversários, Porto Rico está jogando muito bem, com técnica, boa defesa e cometendo poucos erros. É uma escola diferente da Bulgária, que tem um time poderoso, é forte fisicamente e conta com um ataque potente. Temos de buscar as duas vitórias, a fim de seguir na luta pela classificação para as Olimpíadas”, explicou.
Meio-de-rede, André Heller também faz seu alerta. “O time de Porto Rico não é tão forte fisicamente, mas será um jogo muito perigoso. Teremos de entrar com bastante atenção”, acredita.
O treinador de Porto Rico é o argentino Carlos Cardona, que lamentou a derrota por 3 sets a 1 para a Bulgária, em 1h44 de jogo. “Tivemos a chance de vencer, mas não conseguimos aproveitar a oportunidade. Na segunda parcial, a Bulgária mostrou a sua força e não conseguimos reagir. Mas continuaremos lutando e o importante é recuperar o time o mais rápido possível antes da partida contra o Brasil”, planeja.
Autor de 14 pontos contra a Bulgária, José Rivera admitiu que o bloqueio adversário fez a diferença. “Começamos bem o jogo, enquanto a Bulgária imprimiu um ritmo lento. Na segunda parcial, perdemos a concentração e o adversário cresceu. O bloqueio búlgaro causou muita dificuldade para nós”, afirmou. O time europeu marcou 12 pontos de bloqueio na partida, seis deles de Tsvetanov, de 1,98m e 29 anos.
Vice-campeões da Norceca (que reúne países da América Central, do Norte e Caribe), os porto-riquenhos foram responsáveis por deixar Cuba de fora do torneio no Japão. Além disto, em três partidas, eles bateram Egito, Estados Unidos e roubaram um set da Bulgária, que ainda está invicta na competição.
A última vez que o Brasil enfrentou Porto Rico foi em 2003, durante dos Jogos Pan-americanos, com vitória para o time de Bernardinho por 3 sets a 0. “Porto Rico está sendo a sensação da Copa do Mundo. Após a vitória na estréia sobre o Egito, derrotou os Estados Unidos e conseguiu ganhar um set no jogo contra a Bulgária. Chegou à competição com humildade e demonstrando bastante seriedade”, avalia o ponteiro Dante.
Para ele, o fator psicológico será de grande importância no duelo desta quinta. “É sempre difícil enfrentar uma seleção que tem bom volume de jogo. A cada ataque, o adversário está sempre tocando na bola. Desta forma, Porto Rico conseguiu derrotar os Estados Unidos. Caso esse volume de jogo se repita no jogo contra o Brasil, temos de manter a tranqüilidade para chegar à vitória”, afirmou.
Com o Brasil já somando uma derrota no torneio (diante dos Estados Unidos, na estréia), Bernardinho exige vitória na partida. “Com relação aos próximos adversários, Porto Rico está jogando muito bem, com técnica, boa defesa e cometendo poucos erros. É uma escola diferente da Bulgária, que tem um time poderoso, é forte fisicamente e conta com um ataque potente. Temos de buscar as duas vitórias, a fim de seguir na luta pela classificação para as Olimpíadas”, explicou.
Meio-de-rede, André Heller também faz seu alerta. “O time de Porto Rico não é tão forte fisicamente, mas será um jogo muito perigoso. Teremos de entrar com bastante atenção”, acredita.
O treinador de Porto Rico é o argentino Carlos Cardona, que lamentou a derrota por 3 sets a 1 para a Bulgária, em 1h44 de jogo. “Tivemos a chance de vencer, mas não conseguimos aproveitar a oportunidade. Na segunda parcial, a Bulgária mostrou a sua força e não conseguimos reagir. Mas continuaremos lutando e o importante é recuperar o time o mais rápido possível antes da partida contra o Brasil”, planeja.
Autor de 14 pontos contra a Bulgária, José Rivera admitiu que o bloqueio adversário fez a diferença. “Começamos bem o jogo, enquanto a Bulgária imprimiu um ritmo lento. Na segunda parcial, perdemos a concentração e o adversário cresceu. O bloqueio búlgaro causou muita dificuldade para nós”, afirmou. O time europeu marcou 12 pontos de bloqueio na partida, seis deles de Tsvetanov, de 1,98m e 29 anos.