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Brasil passa fácil pela Holanda na estréia do Grand Prix

Arquivo Geral

03/08/2007 0h00

Depois do fiasco nos Jogos Pan-americanos, o Brasil iniciou a defesa do título do Grand Prix com uma equipe remodelada, mas não teve dificuldades para conseguir uma segura vitória por 3 sets a 0, parciais de 25/20, 25/12 e 25/12 em cima da Holanda. A partida foi disputada na cidade italiana de Verona.

Com a folga concedida pelo técnico Zé Roberto Guimarães a Walewska e Fofão, Taíssa e a levantadora Carol Albuquerque assumiram a posição de titulares no grupo. Entretanto, a principal novidade ficou por conta da presença de Érika no lugar de Sassá. Junto com a novata Taíssa, ela dividiu com Sheilla e Paula Pequeno os pontos de ataque do Brasil.

Como resultado das modificações, as brasileiras iniciaram o primeiro set diante da Holanda com alguns erros que demonstraram a falta de entrosamento, mas que não colocaram em risco o triunfo na parcial. Com vantagem de quatro pontos na primeira parada obrigatória, o Brasil deixou as holandesas encostarem em 9 a 8, mas com pontos importantes de Paula Pequeno mais uma vez ganhou folga do placar na parada seguinte com 16 x 11. Depois disso, nem mesmo os ataques poderosos da holandesa Flier foram suficientes para evitar os 25 x 20, fechados em um ace de Sheilla.

No segundo set, a ineficiência das rivais na recepção e apatia concederam uma elástica vantagem ao Brasil e nem mesmo a substituição de Staelens, protagonista de sucessivas falhas, alterou o cenário. Tranqüilas em quadra, as brasileiras souberam aproveitar os erros das rivais e sua própria superioridade para construir o esmagador placar de 25 x 12, em apenas 19 minutos.

No terceiro set, o Brasil se utilizou da principal arma da holandesas – o bloqueio – e mais uma vez dos erros das rivais para sedimentar a vitória sem sustos em 25 x12, com último ponto de Joycinha, que entrou no final dos três sets.

A equipe de Zé Roberto Guimarães retorna à quadra neste sábado, também às 13 horas, em Verona. A adversária é a seleção de Taiwan. Para conquistar seu sétimo título no Grand Prix, o Brasil tem primeiro que passar pela fase classificatória, que colocará cinco times, mais a China, na fase decisiva. A taça não será definida em uma final, mas sim no sistema de todos contra todos.

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