Após vencer Porto Rico, a seleção brasileira de vôlei masculino terá pela frente a Bulgária, na madrugada desta sexta, às 4h05 (horário de Brasília), no Toyama City General Gymnasium, na cidade de Toyama. Será o quinto dos 11 desafios da equipe verde-amarela na Copa do Mundo masculina de vôlei 2007, que classificará as três mais bem colocadas para os Jogos Olímpicos de Pequim.
Capitão, o ponteiro Giba elogiou a equipe búlgara, que estava invicta até esta quinta, quando caiu diante dos Estados Unidos por 3 sets a 2. “Será um jogo complicado e bastante pesado. A Bulgária tem um saque muito forte. Precisaremos ter atenção e não cometer o mesmo número de erros do jogo contra os Estados Unidos”, afirmou o jogador.
Giba falou sobre alguns dos principais jogadores adversários. “Não podemos destacar apenas um jogador búlgaro. A equipe joga muito em função do Vladimir Nikolov e do Kaziyski, que atacam de forma pesada. O levantador (Zhekov), apesar de ser baixo (1,90m), bloqueia bem, porque salta muito também. Além disso, tem um saque perigoso. O capitão Konstantinov é experiente (34 anos). Os centrais são espertos no bloqueio”, enumera.
O oposto André Nascimento, por sua vez, destaca o saque e o bloqueio da Bulgária. “É uma equipe muito forte fisicamente. Ou seja, diferente das que já enfrentamos na Copa do Mundo, entre elas Estados Unidos e Espanha, que têm como uma das principais características a habilidade. É um time parecido com o da Rússia, que aposta no saque forte e no bloqueio. Com isso, será fundamental que o Brasil tenha paciência para construir as jogadas e trabalhar as bolas altas”, explicou.
Antes de Brasil x Bulgária, no mesmo local, à 1h05, Espanha e Porto Rico abrem a rodada. Às 7h05, o Egito terá pela frente os Estados Unidos. Enquanto isso, em Hiroshima, a competição contará com os seguintes duelos: Coréia do Sul x Tunísia (1h35), Argentina x Austrália (4h05) e Japão x Rússia (7 horas).
Desde 1962, quando a Bulgária superou o Brasil, por 3 sets a 1 (15/11, 15/9, 7/15 e 15/8), as seleções já se enfrentaram 65 vezes. Ao todo, foram 39 vitórias brasileiras, que também leva vantagem nos sets vencidos: 135 a 111. A última partida foi realizado este ano, pela fase final da Liga Mundial, na Polônia, e a Bulgária superou o Brasil, por 3 sets a 2 (21/25, 25/20, 21/25, 25/23 e 15/12).
Em Copas do Mundo, foram três confrontos. No primeiro, em 1969, o time europeu ganhou por 3 sets a 0 (15/7, 15/10 e 15/8). Os outros dois aconteceram em 77: o Brasil venceu em Hiroshima (15/7, 15/10 e 15/11), mas foi superado, de virada, em Kobeshima (10/15, 15/11, 15/8 e 15/10).
Capitão, o ponteiro Giba elogiou a equipe búlgara, que estava invicta até esta quinta, quando caiu diante dos Estados Unidos por 3 sets a 2. “Será um jogo complicado e bastante pesado. A Bulgária tem um saque muito forte. Precisaremos ter atenção e não cometer o mesmo número de erros do jogo contra os Estados Unidos”, afirmou o jogador.
Giba falou sobre alguns dos principais jogadores adversários. “Não podemos destacar apenas um jogador búlgaro. A equipe joga muito em função do Vladimir Nikolov e do Kaziyski, que atacam de forma pesada. O levantador (Zhekov), apesar de ser baixo (1,90m), bloqueia bem, porque salta muito também. Além disso, tem um saque perigoso. O capitão Konstantinov é experiente (34 anos). Os centrais são espertos no bloqueio”, enumera.
O oposto André Nascimento, por sua vez, destaca o saque e o bloqueio da Bulgária. “É uma equipe muito forte fisicamente. Ou seja, diferente das que já enfrentamos na Copa do Mundo, entre elas Estados Unidos e Espanha, que têm como uma das principais características a habilidade. É um time parecido com o da Rússia, que aposta no saque forte e no bloqueio. Com isso, será fundamental que o Brasil tenha paciência para construir as jogadas e trabalhar as bolas altas”, explicou.
Antes de Brasil x Bulgária, no mesmo local, à 1h05, Espanha e Porto Rico abrem a rodada. Às 7h05, o Egito terá pela frente os Estados Unidos. Enquanto isso, em Hiroshima, a competição contará com os seguintes duelos: Coréia do Sul x Tunísia (1h35), Argentina x Austrália (4h05) e Japão x Rússia (7 horas).
Desde 1962, quando a Bulgária superou o Brasil, por 3 sets a 1 (15/11, 15/9, 7/15 e 15/8), as seleções já se enfrentaram 65 vezes. Ao todo, foram 39 vitórias brasileiras, que também leva vantagem nos sets vencidos: 135 a 111. A última partida foi realizado este ano, pela fase final da Liga Mundial, na Polônia, e a Bulgária superou o Brasil, por 3 sets a 2 (21/25, 25/20, 21/25, 25/23 e 15/12).
Em Copas do Mundo, foram três confrontos. No primeiro, em 1969, o time europeu ganhou por 3 sets a 0 (15/7, 15/10 e 15/8). Os outros dois aconteceram em 77: o Brasil venceu em Hiroshima (15/7, 15/10 e 15/11), mas foi superado, de virada, em Kobeshima (10/15, 15/11, 15/8 e 15/10).