Salvo alguma surpresa de última hora, pelo menos seis jogadoras que estão em quadra disputando a final da Superliga feminina, além do técnico Bernardinho, tentarão dar a medalha de ouro para o Brasil nos Jogos Pan-americanos, que serão disputados em julho, no Rio de Janeiro. Todos, porém, adotam o mesmo discurso: o Pan é importante, mas ainda está muito distante para se pensar nele.
“Mais para frente a gente fala sobre isso”, brincou a meio-de-rede Carol Gattaz, do Finasa/Osasco. “Agora não estou pensando mesmo
A oposto Renatinha, do Rexona/Ades, deixa transparecer um pouco mais de empolgação em atuar no Brasil com a camisa amarela, algo raríssimo. Mesmo assim, também demonstra estar com a cabeça em outro assunto por enquanto. “A motivação é grande para o Pan, mas temos que focar na liga. Esta é a final onde quisemos chegar, o trabalho do ano inteiro”, justifica. Sassá também não pensa em seleção. “Estamos jogando uma final, que é uma coisa super importante. Pan, só depois da Superliga”, discursa.
Além delas, do time que foi vice-campeão mundial no ano passado há outras três jogadoras: a líbero Fabi e a central Fabiana, do Rexona, e a ponteira Paula Pequeno, da equipe de São Paulo.
Seleção masculina -Único torneio
“Na seleção a nossa atenção está voltada na recuperação dos jogadores para o começo da temporada, com a Liga Mundial. O Pan é muito importante para nós, mas algo distante ainda”, analisou o treinador.