O advogado do goleiro Bruno e de mais cinco acusados no envolvimento do assassinato de Eliza Samúdio admitiu ser usuário de crack e usa drogas desde os 15 anos de idade. Ércio Quaresma disse ter experimentado o crack em 2003 e que está fazendo tratamento.
Segundo informações, o advogado garantiu que sua lucidez não é afetada durante um júri popular e que qualquer um poderia perceber. Ele disse também que os jurados saberão muito bem separar o dependente químico do advogado durante os julgamentos. O falecimento de sua mãe teria sido o principal motivo para que ele começasse a usar drogas.
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